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quarta-feira, 16 de abril de 2014

A IMPORTÂNCIA DA MASTIGAÇÃO
 
 
 
A IMPORTÂNCIA DA MASTIGAÇÃO
ESTAVA LENDO O LIVRO DO MÉDICO HOMEOPATA DR  CLAUDIO BARBOSA E RESOLVI DISCORRER SOBRE UM ASSUNTO QUE ABORDO SEMPRE COM MEUS PACIENTES: A IMPORTÂNCIA DA MASTIGAÇÃO. COMO OS ROMANOS JÁ DIZIAM  “ PRIMA DIGESTIO FIT IN ORE “ ( A PRIMEIRA DIGESTÃO ACONTECE NA BOCA ), A BOCA É A PRIMEIRA ZONA QUE ENTRA EM CONTATO COM O MUNDO EXTERIOR, SEM UMA CORRETA MASTIGAÇÃO NÃO HAVERÁ BOA DIGESTÃO O QUE CONSEQUENTEMENTE  ACARRETARÁ DIVERSOS PROBLEMAS DIGESTIVOS FUNCIONAIS  O QUE LEVARÁ AO DESEQUILÍBRIO BIOQUÍMICO DO NOSSO ORGANISMO.
 


 
MASTIGAÇÃO ADEQUADA = ÓTIMA FUNÇÃO DE TRATO GASTRO INTESTINAL = ADEQUADA ABSORÇÃO DE VITAMINAS E MINERAIS = EQUILÍBRIO BIOQUÍMICO.
A MASTIGAÇÃO INFLUENCIA A CIRCULAÇÃO CEREBRAL – DURANTE O EXERCÍCIO MASTIGATÓRIO OCORRE AUMENTO DA TEMPERATURA FACIAL EM DETERMINADAS ÁREAS CEREBRAIS O QUE CONTRIBUI PARA ATIVAÇÃO DO FLUXO SANGUÍNEO CEREBRAL AUXILIANDO NA PREVENÇÃO DA DEMÊNCIA SENIL. ESTUDOS MOSTRAM QUE PESSOAS QUE MASTIGAM VAGAROSAMENTE OS ALIMENTOS TEM UM MAIOR DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL DEVIDO A SECREÇÃO DE HORMÔNIOS GASTRINTESTINAIS QUE ESTIMULAM A LIBERAÇÃO DE COLECISTOCININA NO CÉREBRO ( HORMÔNIO RESPONSÁVEL PELO PROCESSAMENTO QUÍMICO DA MEMÓRIA E APRENDIZAGEM ).
 
ALÉM DESSES BENEFÍCIOS OS ESTUDOS MOSTRAM QUE COMER RÁPIDO LEVA A OBESIDADE E AUMENTO DE GORDURA ABDOMINAL, PORTANTO MASTIGAR DEVAGAR INFLUÊNCIA TAMBÉM NO SEU PESO.
ALGUMAS OBSERVAÇÕES IMPORTANTES PARA COMEÇAR A MELHORA DE SUA MASTIGAÇÃO:
- NÃO INGIRA LÍQUIDOS COM AS REFEIÇÕES - O LÍQUIDO DILUI O ÁCIDO CLORÍDRICO DO ESTÔMAGO  O QUE PREJUDICA A ABSORÇÃO DE VITAMINAS E MINERAIS, ALÉM DE GERAR DISTENÇÃO GÁSTRICA.
- COMA EM SILÊNCIO E LONGE DA TELEVISÃO.
- ENCOSTE O GARFO AO LADO DO PRATO ENQUANTO MASTIGA.
- PARE DE COMER QUANDO SATISFEITO
- CONTAR EM MÉDIA 25 VEZES OS ALIMENTOS E SÓ DEGLUTIR APÓS MUITO BEM MASTIGADO.
BOA SORTE e BOAS ESCOLHAS!


 
Amanda L Nogarolli de Carvalho
Nutricionista clínica funcional especialista em Obesidade e Emagrecimento / CRN 8 : 4811
Consultório: 9258-4197
 
 

terça-feira, 19 de julho de 2011

A mastigação que emagrece





Estômago, intestino, pâncreas, fígado...
Esses e outros órgãos participam da digestão de qualquer comida — e realizam seu trabalho com autonomia total. Mesmo assim, não dá para dizer que o sistema digestivo é independente do começo ao fim. Isso por causa do abrir e fechar da boca, responsável pela quebra de certos nutrientes em partículas
menores e, logo, mais fáceis de ser trabalhadas. Acontece que, seja pela enorme quantidade de tarefas do dia a dia, seja pelo costume, até as mordidas estão sendo automatizadas para abreviar o tempo à mesa.

E essa pressa, por sua vez, vem se mostrando mais nefasta do que se imaginava, inclusive para quem pretende manter o corpo em forma. Em um estudo da Universidade Oxford Brookes, na Inglaterra, voluntários que mascaram cada porção por 35 vezes simplesmente comiam menos quando comparados aos glutões que só repetiam o movimento dez vezes. "A própria contração muscular serve de estímulo à liberação de substâncias responsáveis pela sensação de saciedade", explica o nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, em Catanduva, no interior paulista. Em outras palavras, mastigar o que você ingere por poucas vezes implica voracidade intensa e prolongada, o que
costuma terminar em comida demais no estômago. Aí, a barriga cresce.

Mais do que a quantidade de dentadas, a maneira como elas são distribuídas pode aplacar ou fomentar o apetite. Um experimento brasileiro, por exemplo, revela que a frequência de obesos que mastigam com apenas um lado da boca é significativamente maior do que a de indivíduos no peso adequado. "O contato do bolo alimentar com toda a cavidade oral aparentemente é importante à saciedade", reforça Cintia Cercato, endocrinologista do Hospital das Clínicas de São Paulo e orientadora da pesquisa. "A mastigação bilateral tem repercussão, por via nervosa, no hipotálamo, a área do cérebro que controla
a fome", completa o odontologista José Amorim, da Universidade Estadual Paulista, em São José dos Campos.

Existe uma tese segundo a qual o gosto também mexeria com o apetite. Ou seja, quanto maior a intensidade do sabor, menor seria o risco de se empanturrar simplesmente para satisfazer as papilas gustativas. Mas e o que isso tem a ver com mastigação? A resposta veio da Universidade de Maastricht, na Holanda, onde cientistas observaram que o número de mordidas culminava em uma percepção aumentada do aroma e do sabor de pedaços de chocolate amargo. "O assunto é tão interessante
quanto controverso", pondera a endocrinologista Rosana Radominski, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, em Curitiba, no Paraná.

Mesmo que os experts ainda vejam o tema com certa desconfiança, um fato é irrefutável: dentadas ntervaladas e tranqüilas contribuem para porções menos avantajadas inclusive pelo tempo que consomem. "A chegada dos primeiros bocados de comida ao intestino, fato que demanda alguns minutos, serve como mais um sinal de saciedade. Portanto, se a ingestão é muito rápida, a sensação de barriga cheia vem tarde demais", esclarece Rosana. Estima-se que todos os mecanismos de regulação da fome só funcionem a pleno vapor após 15 minutos desde a primeira abocanhada. Durante essa fase, é essencial maneirar na quantidade de garfadas — e abusar dos músculos que mexem a mandíbula.

Agora, por mais disciplinado que você seja, é impossível manter, só pra citar um exemplo qualquer, creme de milho na boca por muito tempo. Imagine mordê-lo 30 vezes! "Por isso, é preferível optar por alimentos mais sólidos, principalmente nas garfadas iniciais", recomenda Gerson Kohler, ortodontista e ortopedista facial da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba.

Em vez da cenoura ralada, aproveite o legume inteiro. A banana amassada pode dar lugar à fruta original. O pimentão cru é mais interessante do que o cozido, e por aí vai. No final das contas, o recado que fica é investir na consciência e na tranquilidade em todas as etapas da alimentação: da escolha do cardápio até a derradeira mordida.


A mordida que esvazia os pneus

Pequenos ajustes no modo como você tritura refeições com os dentes podem se tornar grandes ajudantes da dieta e dos exercícios na manutenção do peso

Quantidade

Antes de engolir, abra e feche o maxilar por pelo menos 30 vezes em cada ida do talher aos lábios

Duração

Tenha calma. O intervalo entre uma garfada e outra deve ser de aproximadamente 20 segundos

Qualidade

Use a língua para dividir o alimento entre os dois cantos da boca. Ao longo da mastigação, reveze-os de lugar constantemente




Fonte: Revista Saude