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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018



INTOXICAÇÃO POR ALUMÍNIO







Tenho atendido muitos pacientes na clínica apresentando  valores altos de metais tóxicos, dentre estes o alumínio. Por isso gostaria de explicar um pouco a correlação existente entre nutrição e intoxicação por metais.

Estudos indicam que existem diversas barreiras em nosso organismo (barreira no trato gastro intestinal, nos pulmões e na pele, além da barreira hematoencefálica ) que impedem a absorção de metais tóxicos (  alumínio por exemplo ) .

Diversos fatores podem provocar alterações locais e sistêmicas que prejudicam a barreira do trato gastro intestinal ( permeabilidade intestinal  ), de forma que materiais estranhos, parasitas e metais pesados ( alumínio, mercúrio etc ) podem transpor os mecanismos de defesa.

Assim a absorção do ALUMINÍO por exemplo pode sofrer um aumento caso o organismo não apresente mecanismos de defesa intestinais adequados representados por uma mucosa intestinal integra com ambiente gástrico equilibrado ( bactérias probióticas, boa produção de ácido clorídrico, enzimas digestivas etc ), e caso o organismo não tenha uma função hepática adequada para correta eliminação de toxinas e metais tóxicos.

E quais seriam esses mecanismos de defesa adequados ?


Primeiramente é importante um intestino saudável que bloqueia a entrada desses metais tóxicos na corrente sanguínea, é importante também um bom funcionamento de fígado auxiliando na destoxificação hepática e com isso o consumo de compostos  que irão contribuir nessa destoxificação como : 

-Polifenóis  presentes no chá verde, os isotiocianatos presentas nas brássicas ( Couve, repolho, Brócolis, Couve Flor ),  os compostos organossulfurados do alho

A ingestão de cereais integrais e de alimentos prebióticos também é importante para estimular o crescimento bacteriano saudável. Além disso é importante estimular o consumo de alimentos orgânicos .

Claro que aqui apresentamos uma pequena pincelada do que deve ser feito para reduzir o acúmulo desses metais que por sinal têm se mostrado como potencializadores de doenças neurodegenerativas,mas o principal é uma avaliação detalhada feita por profissional para se avaliar a individualidade bioquímica de cada organismo, a partir de exames laboratoriais  e do rastreamento de sinais clínicos, promovendo  assim  o equilíbrio bioquímico do organismo como um todo.

Fontes:


Nutrição Clínica Funcional, dos princípios à prática clínica. Valéria Paschoal, 2010.

Amanda L. Nogarolli 
Nutricionista Clínica Funcional
Membro da Academia Brasileira de Nutrição Funcional 


quarta-feira, 18 de junho de 2014


INTOXICAÇÃO POR ALUMÍNIO
 
 



Tenho atendido muitos pacientes na clínica apresentando  valores altos de metais tóxicos, dentre estes o alumínio, por isso gostaria de explicar um pouco a correlação existente entre nutrição e intoxicação por metais.
Estudos indicam que existem diversas barreiras em nosso organismo ( barreira no trato gastro intestinal, nos pulmões e na pele, além da barreira hematoencefálica ) que impedem a absorção de metais tóxicos (  alumínio por exemplo ) .
Diversos fatores podem provocar alterações locais e sistêmicas que prejudicam a barreira do trato gastro intestinal ( permeabilidade intestinal  ), de forma que materiais estranhos, parasitas e metais pesados ( alumínio, mercúrio etc ) podem transpor os mecanismos de defesa.
Assim a absorção do ALUMÍNIO por exemplo pode sofrer um aumento caso o organismo não apresente mecanismos de defesa intestinais adequados representados por uma mucosa intestinal integra com ambiente gástrico equilibrado ( bactérias probióticas, boa produção de ácido clorídrico, enzimas digestivas etc ), e caso o organismo não tenha uma função hepática adequada para correta eliminação de toxinas e metais tóxicos.
 
E quais seriam esses mecanismos de defesa adequados ?
Primeiramente é importante um intestino saudável que bloqueie a entrada desses metais tóxicos na corrente sanguínea, é importante também um bom funcionamento de fígado auxiliando na destoxificação hepática e com isso o consumo de compostos  que irão contribuir nessa destoxificação como :  Polifenóis  presentes no chá verde, os isotiocianatos presentes nas brássicas ( Couve, repolho, Brócolis, Couve Flor ),  os compostos organossulfurados do alho etc. A ingestão de cereais integrais e de alimentos prebióticos também é importante para estimular o crescimento bacteriano saudável,  além disso é importante estimular o consumo de alimentos orgânicos .
Esses fatores seriam uma pequena pincelada do que deve ser feito para reduzir o acúmulo desses metais, que por sinal têm se mostrado como potencializa dores de doenças neurodegenerativas. É importante saber quem é o pacientes, como está seu funcionamento intestinal ( apresenta uma quantidade adequada de zinco essencial para boa produção e ácido clorídrico ? consome alimentos alcalinos essenciais para boa produção e ácido clorídrico e enzimas digestivas ? Apresenta disbiose intestinal prejudicando absorção e diversos nutrientes ?, enfim é importante nesse caso uma avaliação detalhada para se avaliar a individualidade bioquímica de cada organismo, e através da correlações bioquímico emocionais endócrinas promover a não acumulação desses metais tóxicos.
 "Mude sua alimentação, mude sua vida "
Fontes:
Nutrição Clínica Funcional, dos princípios à prática clínica. Valéria Paschoal, 2010.