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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018




NUTRIÇÃO EM PROL DA MELHOR IDADE SEM ALZHEIMER





“O que a ciência já sabe sobre a doença de Alzheimer”, esse é o título da matéria publicada pela revista “Viva Saúde”, edição nº 78. Mas será que tudo que se sabe para o controle dessa condição apenas envolve descoberta de genes, avanço no diagnóstico, novos remédios e vacinas? O texto aborda o efeito degenerativo da doença, o que pode ser didaticamente elucidado no site da Alzheimer’s Association em uma apresentação disponível em português: A viagem ao cérebro (http://www.alz.org/alzheimers_disease_4719.asp). Contudo, a reportagem deixa uma grande interrogação no que diz respeito à nutrição e alimentação.
O cérebro, assim como todo o restante do nosso organismo, é formado por células.

Sua estrutura e função dependem dos nutrientes. Estudos mostram que inúmeros aspectos da cognição são comprometidos pela má nutrição desde a infância. Observando a realidade alimentar da população brasileira e global, não é de se espantar que 8,7% das crianças entre 8 e 15 anos foram “rotuladas” com TDAH ou transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, e 1 em cada 10 crianças tomem medicamentos estimulantes como ritalina. 

Já o autismo afeta 1 em cada 166 crianças e sua incidência aumentou em 11 vezes na última década.

Problemas com o aprendizado afetam entre 5% e 10% das crianças em idade escolar. A doença de Alzheimer (DA) é o comprometimento cerebral após longa data de desequilíbrios, que hoje já afetam as crianças.


A Alzheimer’s Disease International (ADI) estima que existam atualmente 30 milhões de pessoas com demência no mundo, e 4,6 milhões de novos casos anualmente (um novo caso a cada 7 segundos); assim, em 2050 mais de 100 milhões de pessoas poderão estar afetadas, principalmente pessoas da terceira idade. A DA é a forma mais comum de demência, contando de 50 a 60% de todos os casos, e no Brasil acomete cerca de um milhão de pessoas.
Há pouco tempo, os considerados tradicionais fatores de risco para DA (idade avançada, histórico familiar de demência e polimorfismo do gene ApoE 4) mantiveram a prevenção longe das prioridades tanto de pesquisa quanto da prática clínica.

Entretanto, nos últimos anos, estudos vêm acumulando evidências de que fatores de risco modificáveis relacionados ao estilo de vida também são importantes na DA. Uma série de estudos mostra que os mesmos fatores de risco para as doenças cardiovasculares também contribuem para a DA. Entre esses estão a obesidade, hipertensão, dislipidemia, diabetes, sedentarismo, tabagismo e consumo de álcool. 




Essas informações, quando rearranjadas e reavaliadas, sugerem que os mesmos mecanismos deletérios que acometem o sistema cardiovascular também afetam o cérebro.

Uma revisão sistemática publicada este ano no European Journal of Neurology traz a seguinte sentença: “Apesar de as pesquisas na DA focarem no desenvolvimento de intervenções baseado na hipótese da cascata amiloide, acredita-se que a DA não é uma condição singular definida exclusivamente por placas e emaranhados, mas sim o resultado de uma sobreposição conjunta de processos biológicos que constituem formas de envelhecimento cerebral grave”.

E são justamente esses processos biológicos desencadeados por uma gama de fatores ambientais e comportamentais que influenciam o envelhecimento cerebral e a DA. Na ótica da Nutrição Funcional, são vistos como desequilíbrios fisiológicos, resultado da interação entre os genes com o ambiente. No caso da DA, os desequilíbrios oxidativo, inflamatório, estrutural e neuroendócrino são mais pronunciados. Nesse sentido a nutrição, considerada causa básica, também é solução, sendo capaz de modular esses processos prevenindo, retardando e melhorando a sintomatologia característica da doença.

Na última década, muitas investigações foram realizadas para avaliar a efetividade da dieta do mediterrâneo na prevenção do desenvolvimento de doenças crônicas como Alzheimer e principalmente de doenças cardiovasculares. Esta dieta é caracterizada por um alto consumo de peixes, vegetais, legumes, frutas, cereais integrais, azeite de oliva, baixo consumo de produtos lácteos, carnes e gordura saturada, assim como o consumo moderado de álcool, principalmente na forma de vinho tinto.

Em recente meta-análise publicada no Britsh Medical Journal, foi avaliada a relação entre aderência à dieta do mediterrâneo e a mortalidade e incidência de doenças crônicas. O resultado mostrou aumento significativo no nível de saúde. Houve redução de 9% nas taxas de mortalidade total e por doenças cardiovasculares, diminuição de 6% nas taxas de mortalidade por câncer e de 13% na incidência de Parkinson e Alzheimer. Em contraste, um estudo populacional realizado na Polônia avaliou o perfil alimentar de indivíduos diagnosticados com a DA. Os resultados mostraram um alto consumo de carnes, produtos lácteos com elevado teor de gordura e açúcar refinado, além de baixo consumo de frutas e verduras.

O padrão alimentar ocidental possui características contrárias ao padrão mediterrâneo. É pró-inflamatório, pró-oxidante, promove desestruturação celular e gera desequilíbrios neuroendócrinos. Esses desequilíbrios são mais suscetíveis no tecido cerebral devido à sua composição e atividade metabólica. Composto por 60% de gordura, o cérebro pesa apenas 2% do peso corporal, usa 20% do oxigênio que respiramos e em torno de 20% das calorias que consumimos.

Contém 100 bilhões de células conectadas às outras por aproximadamente 40.000 conexões (sinapses). Este é o número de conexões cerebrais que estão constantemente mandando e recebendo mensagens que mantém nossa saúde. Cada uma dessas conexões interage pelas membranas celulares que, quando não estão saudáveis, perdem efetividade e rapidez.

As membranas celulares dos neurônios são consideradas peças-chave para a ótima comunicação cerebral. O alto consumo de ômega-6, característico da dieta ocidental, deixa a estrutura rígida e não funcional, o que associado a ausência de antioxidantes desse padrão alimentar e a atividade metabólica cerebral, favorece ao estresse oxidativo, que por sua vez conduz a processos inflamatórios e vice-versa. Este processo impede a membrana de realizar boa comunicação e a célula fica incapaz de produzir quantidades suficientes de energia. Alguns estudos chamaram a DA de diabetes tipo 3 devido a identificação de resistência a insulina cerebral caracterizada por estes danos a membrana.

Os ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 e os antioxidantes são os grandes responsáveis por estruturar e proteger a membrana celular, além de controlar a expressão gênica, regular o sistema imunológico e os processos inflamatórios, melhorando o metabolismo como um todo.

Dado o padrão alimentar deficiente nestes nutrientes, é fácil entender um dos porquês que vivemos hoje uma epidemia de desordens psiquiátricas e neurológicas.

A íntima relação entre nutrição e saúde vem sendo intensivamente estudada pela ciência por mais de meio século. No entanto, modelos convencionais persistem em enxergar um único agente causando uma única doença associada a um único tratamento. Análises lineares como esta estão fadadas ao fracasso frente às desordens multifatoriais como o Alzheimer. Um modelo mais adequado entende que uma condição é resultado de vários desequilíbrios, e um desequilíbrio pode levar a várias condições patológicas. O raciocínio sistêmico considera esses desequilíbrios moleculares que afetam todo o organismo. Identificá-los e modulá-los é a maneiro como a nutrição pode intervir na DA.

** Texto pelo departamento científico da VP Consultoria **


sábado, 27 de maio de 2017


NUTRIÇÃO EM PROL DA MELHOR IDADE SEM ALZHEIMER






Retirado do site da VP Consultoria Nutricional.


“O que a ciência já sabe sobre a doença de Alzheimer”, esse é o título da matéria publicada pela revista “Viva Saúde”.

Mas será que tudo que se sabe para o controle dessa condição apenas envolve descoberta de genes, avanço no diagnóstico, novos remédios e vacinas? 

O texto aborda o efeito degenerativo da doença, o que pode ser didaticamente elucidado no site da Alzheimer’s Association em uma apresentação disponível em português: A viagem ao cérebro (http://www.alz.org/alzheimers_disease_4719.asp). 

Contudo, a reportagem deixa uma grande interrogação no que diz respeito à nutrição e alimentação.

O cérebro, assim como todo o restante do nosso organismo, é formado por células.



Sua estrutura e função dependem dos nutrientes. Estudos mostram que inúmeros aspectos da cognição são comprometidos pela má nutrição desde a infância. Observando a realidade alimentar da população brasileira e global, não é de se espantar que 8,7% das crianças entre 8 e 15 anos foram “rotuladas” com TDAH ou transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, e 1 em cada 10 crianças tomem medicamentos estimulantes como ritalina. Já o autismo afeta 1 em cada 166 crianças e sua incidência aumentou em 11 vezes na última década.

Problemas com o aprendizado afetam entre 5% e 10% das crianças em idade escolar. A doença de Alzheimer (DA) é o comprometimento cerebral após longa data de desequilíbrios, que hoje já afetam as crianças.


A Alzheimer’s Disease International (ADI) estima que existam atualmente 30 milhões de pessoas com demência no mundo, e 4,6 milhões de novos casos anualmente (um novo caso a cada 7 segundos); assim, em 2050 mais de 100 milhões de pessoas poderão estar afetadas, principalmente pessoas da terceira idade. A DA é a forma mais comum de demência, contando de 50 a 60% de todos os casos, e no Brasil acomete cerca de um milhão de pessoas.

Há pouco tempo, os considerados tradicionais fatores de risco para DA (idade avançada, histórico familiar de demência e polimorfismo do gene ApoE 4) mantiveram a prevenção longe das prioridades tanto de pesquisa quanto da prática clínica.

Entretanto, nos últimos anos, estudos vêm acumulando evidências de que fatores de risco modificáveis relacionados ao estilo de vida também são importantes na DA. Uma série de estudos mostra que os mesmos fatores de risco para as doenças cardiovasculares também contribuem para a DA. 

Entre esses estão a obesidade, hipertensão, dislipidemia, diabetes, sedentarismo, tabagismo e consumo de álcool. Essas informações, quando rearranjadas e reavaliadas, sugerem que os mesmos mecanismos deletérios que acometem o sistema cardiovascular também afetam o cérebro.

Uma revisão sistemática publicada este ano no European Journal of Neurology traz a seguinte sentença: “Apesar de as pesquisas na DA focarem no desenvolvimento de intervenções baseado na hipótese da cascata amiloide, acredita-se que a DA não é uma condição singular definida exclusivamente por placas e emaranhados, mas sim o resultado de uma sobreposição conjunta de processos biológicos que constituem formas de envelhecimento cerebral grave”.

E são justamente esses processos biológicos desencadeados por uma gama de fatores ambientais e comportamentais que influenciam o envelhecimento cerebral e a DA. Na ótica da Nutrição Funcional, são vistos como desequilíbrios fisiológicos, resultado da interação entre os genes com o ambiente. 

No caso da DA, os desequilíbrios oxidativo, inflamatório, estrutural e neuroendócrino são mais pronunciados. Nesse sentido a nutrição, considerada causa básica, também é solução, sendo capaz de modular esses processos prevenindo, retardando e melhorando a sintomatologia característica da doença.

Na última década, muitas investigações foram realizadas para avaliar a efetividade da dieta do mediterrâneo na prevenção do desenvolvimento de doenças crônicas como Alzheimer e principalmente de doenças cardiovasculares. 

Esta dieta é caracterizada por um alto consumo de peixes, vegetais, legumes, frutas, cereais integrais, azeite de oliva, baixo consumo de produtos lácteos, carnes e gordura saturada, assim como o consumo moderado de álcool, principalmente na forma de vinho tinto.


Em recente meta-análise publicada no Britsh Medical Journal, foi avaliada a relação entre aderência à dieta do mediterrâneo e a mortalidade e incidência de doenças crônicas. O resultado mostrou aumento significativo no nível de saúde. Houve redução de 9% nas taxas de mortalidade total e por doenças cardiovasculares, diminuição de 6% nas taxas de mortalidade por câncer e de 13% na incidência de Parkinson e Alzheimer. Em contraste, um estudo populacional realizado na Polônia avaliou o perfil alimentar de indivíduos diagnosticados com a DA. Os resultados mostraram um alto consumo de carnes, produtos lácteos com elevado teor de gordura e açúcar refinado, além de baixo consumo de frutas e verduras.


O padrão alimentar ocidental possui características contrárias ao padrão mediterrâneo. É pró-inflamatório, pró-oxidante, promove desestruturação celular e gera desequilíbrios neuroendócrinos. Esses desequilíbrios são mais suscetíveis no tecido cerebral devido à sua composição e atividade metabólica. Composto por 60% de gordura, o cérebro pesa apenas 2% do peso corporal, usa 20% do oxigênio que respiramos e em torno de 20% das calorias que consumimos.

Contém 100 bilhões de células conectadas às outras por aproximadamente 40.000 conexões (sinapses). Este é o número de conexões cerebrais que estão constantemente mandando e recebendo mensagens que mantém nossa saúde. Cada uma dessas conexões interage pelas membranas celulares que, quando não estão saudáveis, perdem efetividade e rapidez.

As membranas celulares dos neurônios são consideradas peças-chave para a ótima comunicação cerebral. O alto consumo de ômega-6, característico da dieta ocidental, deixa a estrutura rígida e não funcional, o que associado a ausência de antioxidantes desse padrão alimentar e a atividade metabólica cerebral, favorece ao estresse oxidativo, que por sua vez conduz a processos inflamatórios e vice-versa. Este processo impede a membrana de realizar boa comunicação e a célula fica incapaz de produzir quantidades suficientes de energia. Alguns estudos chamaram a DA de diabetes tipo 3 devido a identificação de resistência a insulina cerebral caracterizada por estes danos a membrana.

Os ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 e os antioxidantes são os grandes responsáveis por estruturar e proteger a membrana celular, além de controlar a expressão gênica, regular o sistema imunológico e os processos inflamatórios, melhorando o metabolismo como um todo.



Dado o padrão alimentar deficiente nestes nutrientes, é fácil entender um dos porquês que vivemos hoje uma epidemia de desordens psiquiátricas e neurológicas.


A íntima relação entre nutrição e saúde vem sendo intensivamente estudada pela ciência por mais de meio século. No entanto, modelos convencionais persistem em enxergar um único agente causando uma única doença associada a um único tratamento. Análises lineares como esta estão fadadas ao fracasso frente às desordens multifatoriais como o Alzheimer. Um modelo mais adequado entende que uma condição é resultado de vários desequilíbrios, e um desequilíbrio pode levar a várias condições patológicas. O raciocínio sistêmico considera esses desequilíbrios moleculares que afetam todo o organismo. Identificá-los e modulá-los é a maneiro como a nutrição pode intervir na DA.

Retirado do site VP Consultoria Nutricional.

quarta-feira, 9 de março de 2016


NEUROLOGIA - SÍNDROMES 

DEMENCIAIS 








Tenho atendido um número considerável de pacientes idosos com síndromes demenciais por isso após ler alguns tópicos do meu livro de Neurologia, repasso algumas informações pertinentes:

Você sabia que o cérebro representa 2 % do peso corporal , mas consome 20 % do oxigênio do corpo ?

O cérebro é ávido por nutrientes e oxigênio, está bastante susceptível ao aumento do stress oxidativo , por isso precisa de uma demanda de antioxidantes para reduzir a formação de radicais livres.

· Acredita-se que uma alimentação inadequada, disbiose intestinal com alteração da permeabilidade intestinal e a presença de outras situações que aumentam a inflamação podem aumentar o risco de desenvolvimento de algumas doenças neurológicas ( pois alteram a barreira hematoencefálica responsável por bloquear a passagem de certas substâncias tóxicas do sangue para o sistema nervoso).

Síndromes Demenciais ( Alzheimer, Doença de Parkinson dentre outras )  – Síndromes que levam a prejuízo da memória e de outra capacidade cognitiva , representando uma redução do intelecto, dentre outros sinais clínicos.
-A idade avançada acarreta mudanças microvasculares no cérebro, como redução do fluxo sanguíneo e do transporte de utilização de glicose, frequente deposição de B amiloide cerebral. Esses fatores levam a deficiência mitocondrial, estresse oxidativo induzindo a atrofia cerebral.

Outros fatores de risco para síndromes demenciais  são : Diabetes, Tabagismo, Obesidade, Hipercolesterolemia, Fatores genéticos e ambientais,  Resistência à Insulina; alguns estudos chegam a sugerir que a Doença de Alzheimer por exemplo  seja um terceiro tipo de diabetes já que valores altos de açúcar no sangue ao longo da vida geram também dificuldade de comunicação entre os neurônios, prejuízo na memória etc.

Vários estudos mostram efeitos protetores de vários micronutrientes como vitaminas do complexo B, vitamina D, antioxidantes e ácidos graxos poli-insaturados ( ômega- 3 por exemplo ) já que esses nutrientes aumentam a plasticidade neuronal ( capacidade que os neurônios têm de formar novas conexões ) , com redução do processo  neurodegenerativo .

Alguns nutrientes relacionados a melhora das funções neurológicas, aumentando a produção de ATP – energia para o cérebro e melhora da memória ( Respeitando a Individualidade Bioquímica ) :

-Ácido Lipóico

-Coenzima Q 10 ( importante enfatizar que usuários de estatinas depletam  coenzima Q 10 , e esta deve ser suplementada )

-Ômega- 3

-Vitamina D

-Vitaminas do complexo B

-Fitoterápicos  como Curcuma longa, Huperzia Serrata, Melissa Oficinallis etc.



Estou repassando apenas uma pincelada, lembrando que apenas  uma avaliação individualizada com realização de exames laboratoriais, sinais clínicos  mostrará qual o melhor caminho a seguir ( cardápio e suplementos ). 

É  importante lembrar também que quando falo da modulação glicêmica ao longo da vida como um dos maiores impactantes em nossa saúde isso não significa que nunca mais o paciente poderá comer doce, por isso tenho feito cursos de culinária funcional para trazer para prática clínica de meus pacientes receitas que auxiliem nessa modulação glicêmica.

Por exemplo ao fazer um bolo , que tal usar uma farinha que libere menos açúcar no sangue, um açúcar ou adoçante natural de boa qualidade , uma fibra, um óleo de boa qualidade ? 

Quando conseguimos no nosso hábito maior promover um equilíbrio , modulação glicêmica, horários regulares, atividade física associada, controle do stress,  amor, conexão e respeito às nossas individualidades , conseguiremos atingir um grau de Vitalidade Positiva onde de forma equilibrada estaremos unindo a saúde ao prazer alimentar.

Fonte consultada: Nutrição Clínica Funcional – Neurologia

" Todo processo real de mudança acontece a partir do conhecimento "

Amanda L. Nogarolli de Carvalho
Nutricionista Clínica Funcional CRN 8: 4811
Contato: 9258-4197


terça-feira, 24 de novembro de 2015


NUTRIÇÃO E CÉREBRO



Boa Tarde Queridos!

Se todos pudessem ler o livro que estou lendo do Neurologista Dr David Perrmutter entenderiam um pouco mais sobre a Nutrição Funcional também. Repasso algumas pinceladas do livro para terem conhecimento:


-Novas descobertas de ponta da ciência mostram que , em grande parte, a saúde do cérebro ( e , do mesmo modo suas doenças ) depende daquilo que ocorre no intestino.

-Talvez nenhum outro sistema em nosso corpo seja tão sensível a mudanças em nossas bactérias intestinais quanto o sistema nervoso central, em particular o cérebro.

-Mesmo que você não sofra de problemas de saúde graves e crônicos que exijam terapia intensiva ou medicação, uma disfunção no microbioma pode estar na origem de incômodos como dores de cabeça, ansiedade, dificuldade de concentração etc.

-Os conhecimentos sobre microbiota e sua modulação podem ajudar no tratamento das condições abaixo e de praticamente todas as condições inflamatórias ou degenerativas :

TDHA, Autismo, Asma, Alergias, Fadiga, Transtornos de Humor, Prisão de Ventre, Diarréia Crônica, Problemas de Memória e Concentração, Insônia, Aterosclerose, Infecções por Fungos, Eczema, Acne, Mau Hálito, Gengivite, Doença Celíaca, Síndrome do Intestino Irritável, Doença de Crohn, Resfriados ou Viroses Frequentes, Diabetes, Vício em Açúcar , Desequilíbrios Hormonais.


Uma pequena pincelada do Livro: Amigos da Mente, Dr David Perlmutter.