quarta-feira, 8 de agosto de 2012




Boa Noite à todos!

A partir de agora no blog, além do envio de assuntos/artigos pertinentes à area da nutrição, irei começar a colocar algumas opções de lanches funcionais ( feitos e criados por mim ), para que  vocês possam ter e fazer boas opções alimentares no seu dia-a-dia: opções saudáveis e palatáveis; além disso irei detalhar cada alimento utilizado e o valor nutricional de cada um.

Essa foto que coloquei acima é um exemplo de lanche da tarde ou lanche da manhã que contém:

- Banana
- Açai desidratado
- Maça desidratada
- Farinha de coco


BANANA

A Banana é uma pseudobaga da bananeira. Banana é o quarto produto alimentar mais produzido no mundo, após arroz, trigo e milho.
A Banana é um fruto cuja origem é o sudeste do continente asiático. Esta fruta tropical possui uma polpa macia, saborosa e doce. Elas formam-se em cachos na árvore chamada bananeira. Existem diversas espécies de bananas. No Brasil, as mais conhecidas são: nanica, prata, banana-terra e a banana maça. Elas nascem verdes e quando estão maduras ficam com as cascas amarelas (maioria das espécies) ou vermelhas (minoria). Cada bananeira produz de uma só vez de 5 a 15 pencas de banana. São muito utilizadas na culinária de centenas de países. São consumidas ao natural, fritas, cozidas e assadas. Uma banaca madura e de porte grande (nanica, por exemplo) pesa, em média, 120 gramas. A banana é uma fruta rica em fibras, potássio, vitaminas C e A. A banana não possui sementes, ela é um fruto sem fecundação prévia. Aproximadamente, 70% deste fruto é composto por água.

Valor Nutritivo de 100 gramas de
Banana
Macro Componentes
Água
g
74,26
Energia
kcal
92
Energia
kj
385
Proteína
g
1,03
Lipídeos (total)
g
0,48
Carboidratos por diferença
g
23,43
Fibra dietética (total)
g
2,4
Cinzas
g
0,8
Minerais
Cálcio, Ca
mg
6
Ferro, Fe
mg
0,31
Magnésio, Mg
mg
29
Fósforo, P
mg
20
Potássio, K
mg
396
Sódio, Na
mg
1
Zinco, Zn
mg
0,16
Cobre, Cu
mg
0,1
Manganês, Mn
mg
0,15
Selênio, Se
mcg
1,1
Vitaminas
Vitamina C, Ácido Ascórbico
mg
9,1
Tiamina (B-1)
mg
0,04
Riboflavina (B-2)
mg
0,1
Niacina
mg
0,54
Ácido Pantotênico (B-5)
mg
0,26
Vitamina B-6
mg
0,57
Folato (B-9)
mcg
19,1
Vitamina (B-12)
mcg
0
Vitamina A, IU
IU
81
Vitamina A, RE
mcg_RE
8
Vitamina E
mg_ATE
0,27

USDA Nutrient Database for Standard Reference, Release 13 (November 1999)


AÇAI


O açaizeiro faz parte da família das palmáceas. Esta palmeira brasileira é uma planta que se desenvolve próxima aos ribeirões, rios, igapó, várzea e nas matas de terra firme, e com menos freqüência, em terrenos mais afastados e locais pantanosos. Ocorre predominantemente na região Norte, principalmente nos estados do Pará, Amapá, Maranhão e Tocantins. Palmeira delgada e alta que pode atingir uma altura de 20 a 25 metros. O açaizeiro apresenta farta perfilhação e alcança, no estado nativo, a 20 palmeiras por "touceira" (das quais pelo menos três em produção). Produz, cada uma, entre 6 e 8 cachos com 2,5 kg cada um, representando de 15 a 20 quilos de frutos por palmeira (em duas safras) e de 12 a 25 toneladas de frutos/ha/ano. Os troncos são lisos, roliços, longos, de cor clara, sem espinhos.O açaí tem um antioxidante excelente para a saúde. A polpa do açaí contém alto teor energético, e a divulgação de suas propriedades nutritivas possibilitou a abertura de novos mercados de consumo em outras regiões do país, tornando-se uma nova e ecologicamente correta, fonte de renda para as populações nativas. O cultivo e manejo do açaizeiro é ecologicamente adequado para as condições de solo úmido das várzeas do Estuário Amazônico. A palmeira pode ser utilizada para a extração do palmito (a partir da estipe), e produção de frutos, utilizados na fabricação do "vinho do açaí", que é um dos principais alimentos das populações ribeirinhas.
Dos frutos maduros, é extraída a polpa que é consumida na forma de sucos, creme, licor, geléia, mingau, sorvetes e doces. Uma formidável concentração de antioxidantes que ajudam a combater o envelhecimento prematuro, contendo um volume 10-30 vezes maior de antocianinas (antioxidantes roxos) se comparado ao vinho tinto.

-A antocianina é conhecida por suas potentes propriedades terapêuticas entre os quais inclui-se o tratamento de retinopatia diabética e de doença fibrocística da mama em seres humanos. Entre os potenciais efeitos fisiológicos das antocianinas incluem-se agentes radioprotetores, químioprotetores, vasoprotetores e antiinflamatórios.

-A principal antocianina no Açaí é a cianidina-3 glucosídeo. A cianidina-3 - glucosídeo é comprovadamente 3.5 vezes mais forte do que Trolox (análogo da vitamina E).

-Uma sinergia de gorduras monoinsaturadas (saudáveis), fibras alimentares e fitoesteróis, que contribuem para o sistema cardiovascular e a saúde do trato digestivo.

-Um complexo essencial quase perfeito de aminoácidos juntamente com valiosas substâncias minerais, vitais à adequada contração e regeneração musculares.

-Fitoesteróis valiosos. Os Esteróies são componentes de membranas de células vegetais que oferecem inúmeros benefícios ao organismo humano, entre eles, a redução da colesterolemia.

-Os esteróis vem atualmente sendo usados no tratamento de sintomas associados à hiperplasia benigna da próstata. Provas preliminares sugerem que beta-sitosterol (o esterol predominante no Açaí) possa ajudar na prevenção da fraqueza imunológica resultante de grave estresse físico. Boa fonte de fibras, o açaí contém 2.0 gramas de fibra alimentar em uma porção.

-As fibras promovem um sistema digestivo saudável. Acredita-se que o baixo teor de fibras na dieta americana seja fator que contribui para a alta incidência de câncer e de doenças cardíacas. Fibras solúveis podem ajudar a reduzir o colesterol sangüíneo; e acredita-se que fibras insolúveis possam ajudar a reduzir o risco de desenvolvimento de certos tipos de câncer.

-60% Oléico (Ômega 9), ácido graxo monoinsaturado essencial, que auxilia na redução dos níveis do LDL (colesterol ruim) enquanto mantém os do HDL (colesterol bom). 12% Linoléico (Ômega 6), ácido graxo poliinsaturado essencial, que comprovadamente reduz os níveis tanto do LDL quanto do HDL.

-Ácidos graxos ajudam no transporte e absorção de vitaminas lipossolúveis, i.e., Vitaminas A, E, D, e K . A taxa de ácido graxo do Açaí assemelha-se à do azeite de oliva, a qual se acredita seja um fator que contribui para a baixa incidência de doença coronariana nas populações mediterrâneas

FARINHA DE COCO

A Farinha de coco que eu utilizei foi essa em sachês. Encontra-se em loja de produtos naturais,  é uma delícia e uma ótima opção para comer com frutas.





AÇAI E MAÇA DESIDRATADA

Local: Loja de produtos naturais, uma ótima opção para comer com frutas, granola etc




Não esquecendo nunca da individualidade bioquímica, cada organismo reage de forma diferente aos alimentos, o que é bom para um, pode ser veneno para outro; por isso consulte um profissional capacitado   que possa lhe esclarecer quanto às melhores opções alimentares.

Amanda Lamb Nogarolli
Nutricionista, CRN 8:4811
Consultório: 3352-0043

"' Todo processo real de mudança acontece a partir do conhecimento "'


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Vilões" do momento, glúten e lactose podem causar intolerâncias se ingeridos em excesso
       
A estudante de nutrição Monalisa Cavallaro, 27, sofreu durante três anos com crises de diarreia, dor abdominal, enjoos e fraqueza antes de ter o diagnóstico que mudou radicalmente a sua rotina alimentar: sofria de intolerância à lactose. O mal, que acomete até 50% da população adulta, segundo estudos, é caracterizado pela falta da enzima lactase no organismo, responsável pela digestão da lactose, o açúcar presente no leite.
A advogada Renata Martins Fialdini, passou por drama semelhante, só que com sua filha, Maria Eduarda, hoje com seis anos. A menina sofreu até os três anos com diarreia, abdômen dilatado, dor de barriga e enjoos até obter o diagnóstico de que tinha doença celíaca, que atinge até 1% da população mundial e na qual o organismo é incapaz de digerir o glúten (proteína presente em alimentos que levam trigo, centeio, cevada e aveia). Considerado um corpo estranho e perigoso, o glúten passa a ser atacado pelo sistema de defesa, causando uma série de efeitos colaterais.
Apesar de terem sintomas parecidos, os problemas são bem diferentes. Muitas pessoas confundem alergia alimentar com intolerância alimentar. Na alergia, o corpo reconhece certos alimentos como perigosos e ativa o sistema imunológico para atacá-los, como é o caso da doença celíaca e da alergia ao leite.
  • Divulgação  
  • Comer em excesso alimentos que contenham glúten pode levar a inflamações no intestino
Já a intolerância causa reações adversas em certos indivíduos, mas sem ativar o sistema imunológico. Pode ser temporária e causada pelo consumo excessivo de certos alimentos difíceis de digerir. "Os alimentos que mais gostamos são aqueles que mais ingerimos, por isso são esses que podem gerar um maior número de hipersensibilidades ou reações tardias", explica Natalia Dourado, nutricionista e organizadora do evento Gluten Free São Paulo. Glúten e leite estão hoje em boa parte dos alimentos que fazem parte da dieta do brasileiro, como pães, massas, bolos, queijos, sorvetes, entre outros.
Nos casos de intolerância, a recomendação é a retirada destes itens da dieta, para dar um “descanso” ao organismo e reequilibrá-lo. Se o caso for mais grave, pode-se ter de deixar de ingeri-los em definitivo.
O glúten, por exemplo, pode inflamar o intestino de algumas pessoas mais sensíveis. “O consumo excessivo dessas substâncias pode causar uma intolerância em certa fase da vida e, após a recuperação da saúde intestinal e com a rotatividade de certos alimentos, a intolerância pode desaparecer”, explica Dourado.
No caso do leite, a intolerância pode ser causada ainda pela diminuição da produção de lactase pelo organismo com o passar dos anos, tornando o problema mais sério e definitivo.
Tanto as alergias e a doença celíaca como as intolerâncias podem surgir em qualquer idade, ainda que os dois primeiros casos apareçam com mais frequência já na infância, entre o primeiro e terceiro ano de vida.
E como determinar se o que eu tenho é alergia ou apenas intolerância? Existem exames que podem avaliar com precisão a verdadeira causa do mal estar. Nos testes de tolerância à lactose, o paciente ingere de 25g a 50g de lactose e se avalia a alteração na glicose no sangue.
Para confirmar a doença celíaca são feitos exames de sangue referentes a certos anticorpos, acompanhados de uma biópsia do intestino, além de um levantamento do histórico familiar, já que a doença pode ser passada dos pais para os filhos. causados, além dos exames já citados.
O quadro clássico da doença celíaca é representado pela diarreia crônica, distensão abdominal e desnutrição. Entretanto, outros sintomas também podem estar presentes como dor abdominal, vômitos, prisão de ventre, inchaço, flatulência e irritabilidade.
Já na intolerância à lactose os sintomas típicos incluem dor abdominal, sensação de inchaço no abdômen, flatulência, diarreia e vômitos.

Convivendo com a restrição
Seja uma intolerância passageira, definitiva ou uma alergia, o fato é que quem tem esses problemas terá de, invariavelmente, mudar seu cardápio. Não existe cura nem remédio para a doença celíaca e a única forma de conviver com ela é riscando em definitivo do cardápio alimentos que contenham glúten.
No caso da intolerância à lactose, a retirada ou redução do leite e derivados do cardápio vai depender de cada caso. “Algumas pessoas podem ingerir pequenas quantidades dos derivados do leite sem consequências, mas para saber o grau de intolerância é necessário consultar um médico e sempre ter um acompanhamento nutricional”, afirma Dourado.
  • Divulgação A intolerância à lactose pode ser causada pela diminuição da produção de lactase pelo organismo
Com alguns cuidados é possível aproveitar todos os tipos de alimentos. “Por exemplo, ao fazer um bolo, é necessário substituir a farinha de trigo por farinhas sem glúten, como as de milho, soja, arroz, polvilho, quinua ou amaranto. No lugar do leite, podemos colocar a bebida de arroz, o leite de castanhas , amêndoas, entre outros”, indica a nutricionista.
As restrições motivaram Monalisa Cavallaro a criar um blog com receitas que não levam leite e seus derivados, chamado de O Diário de Receitas Sem Lactose (http://thelactosefreediary.blogspot.com/). O importante, segundo ela, é não se deixar-se abater por ter de parar de comer alguns tipos de alimentos. “No começo ficamos perdidos, achamos que não vamos conseguir comer mais nada. A parte psicológica fica muito abalada, mudar hábitos nem sempre é fácil. Mas tudo é uma questão de adaptação. O principal conselho que eu dou é procurar orientação”, diz.
Dica compartilhada por Natalia Dourado. “A ajuda de uma nutricionista para a escolha desses alimentos na fase inicial de adaptação é de extrema importância. Outra dica é se atentar sempre aos rótulos dos alimentos, para garantir que não haja nenhum ingrediente que os intolerantes não possam ingerir”, fala.
Apesar da dificuldade inicial, Renata Martins, mãe de Maria Eduarda, diz que quando começou a treinar receitas em casa e a pesquisar novos fornecedores, tudo ficou muito mais simples. E quando sai para comer fora, ela sempre leva algo feito em casa para a refeição da filha. “Quando vamos à casa de amigos levo uma ‘marmitinha’ e esquento no micro-ondas. Nas festas dos amigos em buffet infantil também mando uma marmita especial”, conta.
Já em restaurantes, sempre há opções como frutas, verduras e legumes, que podem ser ingeridos à vontade por quem tem restrição alimentar. Isso não impede que a pessoa se sinta triste a até “excluída” por não poder comer de tudo. “No começo fiquei muito chateada e comecei a não ir a certos programas com amigos e familiares. Muitas vezes me sinto mal quando todos na mesa estão comendo e ficam constrangidos na minha frente porque sabem que eu não posso comer”, diz Monalisa.
Nestes momentos, é importante levar o problema da forma mais natural possível e tentar transmitir essa segurança aos demais. Na casa de Maria Eduarda, por exemplo, a família não deixou de comer alimentos que contenham glúten por causa da doença da menina, exatamente para ensiná-la a lidar melhor com a questão. “Evidentemente evitamos expô-la a contemplação de uma refeição ou lanche marcados por alimentos prazerosos, como o pão francês, o vilão para aqueles que não podem ingerir glúten, mas nem por isso nos fechamos no quarto para comer uma pizza. Procuramos, sempre, agir com serenidade, com muita conversa, mas, acima de tudo, com muita naturalidade”, relata.
Receitas
Veja duas dicas de receitas simples e fáceis de fazer para quem não pode ingerir glúten e lactose.

  • Divulgação
Macarrão de milho bicolor
Rendimento: 6 porções
Ingredientes:
¼ de xícara de azeite extra virgem
2 cebolas roxas, em cubos
1 pimentão vermelho sem sementes e em cubos
1 folha de louro
1 colher de sopa de tomilho fresco picado
1 quilo de macarrão de milho tipo fusilli
1 molho de couve rasgada
3 dentes de alho amassados
½ xícara de caldo de legumes
Sal e pimenta a gosto
Modo de preparo:
Em uma panela aquecer metade do azeite. Juntar a cebola, o pimentão, o louro e o tomilho. Refogar até a cebola ficar dourada. Em outra panela, cozinhar o macarrão. Escorrer e reservar. Adicionar a couve e o alho à mistura de cebola e refogar por 5 minutos. Adicionar o caldo de legumes e ferver por 2 minutos. Juntar o macarrão, o restante do azeite, corrigir o sal e pimenta. Servir.

  • Divulgação
Molho de tofu com rúcula
Rendimento: 5 porções
Ingredientes:
2 fatias médias de tofu
4 colheres de sopa de azeitonas pretas
1 prato de sobremesa de rúculas
8 colheres de sopa de suco de tomate
2 dentes de alho picados
1 cebola pequena picada
1 colher de chá de sal marinho
½ colher de sopa páprica picante
2 colheres de sopa de azeite extra virgem
5 colheres de sopa de cebolinha fresca picada
Modo de preparo:
Esfarele o tofu e tempere com o azeite, a páprica picante
e a cebolinha. Reserve. Pique a rúcula e reserve também.
Doure o alho e a cebola no azeite. Acrescente as azeitonas pretas, o suco de tomate e o sal. Misture bem e cozinhe por 5 minutos em fogo baixo, acrescente o tofu temperado, mexa levemente e desligue o fogo. Cubra a massa com o molho e acrescente por último a rúcula picada, regando com um fio de azeite e uma pitada de sal marinho.

quarta-feira, 4 de julho de 2012


Nutrição Funcional

O corpo humano é formado por aproximadamente 100 trilhões de células, sendo que, destas, 50 bilhões se renovam a cada dia. Cada uma destas células necessita de inúmeros nutrientes para garantir seu funcionamento perfeito. O funcionamento adequado de um conjunto de células garante por sua vez que cada órgão execute suas funções de forma esperada. Finalmente, um conjunto de órgãos saudáveis proporcionará saúde ao individuo – saúde como Vitalidade Positiva. Vitalidade positiva é mais que a mera ausência de doenças crônicas degenerativas não transmissíveis, é a busca pela saúde integral, modulando, por meio de nutrientes e fotoquímicos, todas as reações bioquímicas envolvidas neste processo. O objetivo é que as pessoas sejam realmente saudáveis e felizes, não apresentando enxaqueca, TPM, queda de cabelo, hiperatividade, constipação ou olheiras, entre outros problemas.
A Nutrição clínica funcional é portanto uma ciência integrativa e profunda, que se baseia na pesquisa cientifica e cuja aplicação prática engloba, tanto a prevenção, como o tratamento de doenças, focalizando na avaliação de aspectos bioquimicamente únicos de cada organismo e levando em consideração, inclusive, o genótipo de cada individuo e sua suscetibilidade genética no desenvolvimento da doença. Nesse sentido, estamos em total sinergismo com os avanços científicos na área da nutrição pós genômica. Isso é, embora os nutricionistas do século XX já investigassem os efeitos da dieta nas variáveis relacionadas à saúde, tais como pressão arterial, concentrações séricas de colesterol ,e, com este entendimento entre nutrição e o sistema endócrino, estabelecessem uma dieta para cada doença, essas dietas não eram especificas para cada organismo. Já os nutricionistas do século XXI, entendendo a relação entre nutrição e expressão gênica, prescrevem dietas de acordo com a individualidade bioquímica de cada pessoa. Assim, na nutrição clínica funcional, por exemplo, um paciente com histórico familiar de dislipidemia deverá ter uma orientação nutricional focalizada nos nutrientes e compostos bioativos que modulem, por exemplo, os níveis de homocisteína e proteína C - Reativa.

“Seremos mais felizes conforme conhecermos e compreendermos a interdependência entre os órgãos que compõem nosso corpo físico, dedicando tempo para conectá-los e mantê-los saudáveis, tornando a saúde e a eficiência do corpo num instrumento para expansão de nossa alma.

Fonte: Livro de Nutrição Clínica Funcional, dos princípios à Prática Clínica.
Autora: Valéria Paschoal/2010

quarta-feira, 27 de junho de 2012




Patê fácil de Tofu



Ingredientes

250gr de Tofu picado



1 col. (sopa) cheia de salsa e cebolinha picadas


1 col. (sobremesa) de orégano


3 col. (sopa) de azeite de oliva extra virgem


2 dentes de alho bem amassados


Pimenta e sal


Bater todos os ingredientes no liquidificador até misturar todos os ingredientes.Servir com pão, torradinhas ou legumes crus fatiados.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

PROBIÓTICOS


PROBIÓTICOS 




A nutrição otimizada é um desses novos conceitos, dirigida no sentido de maximizar as funções fisiológicas de cada indivíduo, de maneira a assegurar tanto o bem-estar quanto a saúde, como também o risco mínimo de desenvolvimento de doenças ao longo da vida. Nesse contexto, os alimentos funcionais e especialmente os probióticos são conceitos novos e estimulantes (Roberfroid, 2002).


A microbiota intestinal humana exerce um papel importante tanto na saúde quanto na doença e a suplementação da dieta com probióticos pode assegurar o equilíbrio dessa microbiota. Probióticos são microrganismos vivos, administrados em quantidades adequadas, que conferem benefícios à saúde do hospedeiro.


Outros possíveis efeitos dos probióticos são a sua atuação na prevenção de câncer, na modulação de reações alérgicas, na melhoria da saúde urogenital de mulheres (Kopp-Hoolihan, 2001) e nos níveis sanguíneos de lipídeos (Pereira, Gibson, 2002). Além desses possíveis efeitos, evidências preliminares indicam que bactérias probióticas ou seus produtos fermentados podem exercer um papel no controle da pressão sanguínea. Estudos clínicos e com animais documentaram efeitos anti-hipertensivos com a ingestão de probióticos (Kopp-Hoolihan, 2001).

Assim, além de uma dieta equilibrada, em muitos casos o uso de suplementos probióticos pode ser uma ferramenta útil para a melhora da flora intestinal.

Uma microbiota intestinal saudável e microecologicamente equilibrada resulta em um desempenho normal das funções fisiológicas do hospedeiro, o que irá assegurar melhoria na qualidade de vida do indivíduo. Este resultado é de suma importância, particularmente nos dias de hoje, em que a expectativa de vida aumenta exponencialmente. O papel direto dos microrganismos probióticos no sentido de propiciar, no campo da nutrição preventiva, essa microbiota intestinal saudável e equilibrada ao hospedeiro, já está bem estabelecido.

Vale lembrar que em alguns casos (indivíduos imunodeprimidos) ou em casos de lesões com sangramentos intestinais, cirurgia recente, por exemplo, o uso deve ser restrito até que o uso seja considerado seguro novamente.

Desta forma, o uso desses suplementos deve sempre ser indicado e supervisionado por um nutricionista ou médico capacitado









Fonte:  Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences/2006






quarta-feira, 6 de junho de 2012

SAL REFINADO X SAL MARINHO


SAL REFINADO X SAL MARINHO





Na Natureza os seres vivos adquirem o sódio dos alimentos, sem precisar adicionar alguma coisa, como no caso do sal extra usado pelo homem. Na verdade, se vivêssemos em ambiente bem natural, usando apenas alimentos retirados do meio ambiente puro, não precisaríamos de sal. Porém vivemos hoje uma situação mais artificial, sendo grande o nosso desgaste físico e a conseqüente perda de minerais importantes, seja pelo "stress" moderno, excesso de trabalho, perturbações emocionais, seja pelos antinutrientes da dieta comum (açúcar branco, farinhas refinadas etc.) e pela ma alimentação.

Existe muita confusão, no entanto, quanto ao uso do sal marinho puro e do sal refinado, sendo que o primeiro e que contém elementos importantes e o segundo é prejudicial.

O sal marinho contém cerca de 84 elementos que são, não obstante, eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo industrial para a produção do sal refinado. Perde-se então enxofre, bromo, magnésio, cálcio e outros menos importantes, que, no entanto, representam excelente fonte de lucros. Uma industria que esteja lucrando com a extração desses elementos do sal bruto é geralmente poderosa e possui a sua forma de controle sobre as autoridades. É claro que será então dada muita ênfase a importância do sal refinado empobrecido e pouca ao sal puro, integral, abominado.

Durante a "fabricação" na lavagem do sal marinho são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural, sendo necessário depois acrescentar iodo, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio, um conhecido medicamento usado como expectorante em xaropes. Ocorre que o iodeto não é de origem natural. É utilizado para prevenir o bócio como exigência das autoridades de "controle".
No entanto é geralmente usado numa quantidade 20% superior à quantidade normal de iodo do sal natural, o que predispõe o organismo a doenças da tireóide diferentes do bócio, como nódulos (que hoje em dia as pessoas estão tendo em freqüência maior) de natureza diversa, tumores, câncer, hipoplasia etc.
O sal marinho, não lavado, contém iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais. O problema que fez com que se exigisse a iodatação artificial do sal é que industrias poderosas têm interesse na extração de produtos do sal bruto e na venda do sal refinado. Na trama montada, há também o interesse na venda do iodeto de potássio que gera lucros absurdos para multinacionais. Imagine-se quanto iodeto não é vendido uma vez mantido este processo.

Por isso façamos boas escolhas que auxiliem nosso estado de saúde integral. É através do conhecimento que iremos formar cidadãos críticos, que não se deixem enganar pela manipulação da indústria alimentícia cujo maior objetivo ainda é o lucro.

 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Excesso de açúcar prejudica o cérebro


Excesso de açúcar prejudica o cérebro



Vai fazer prova, prestar concurso, participar de um trabalho que exige grande concentração? Evite os doces antes e durante as tarefas, ao menos os industrializados, como chocolates, refrigerantes e outras guloseimas ricas em açúcar refinado. Em compensação, pode caprichar no salmão, no óleo de linhaça e nas nozes no almoço ou no jantar.

Uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia (Ucla) e divulgada no último dia 15 na publicação americana Journal of Psicologhy mostra que ingerir grandes quantidades de açúcar pode dificultar a comunicação entre os neurônios e deixar o cérebro lento. Por outro lado, o ômega 3 presente em peixes e em algumas sementes pode minimizar os “estragos”.

Evite:

Alimentos que contenham glicose em excesso e que sejam absorvidos de forma muito rápida pelo organismo, gerando um pico muito alto de açúcar no sangue. Portanto, evite ingerir muito chocolate, balas, tortas, doces e refrigerantes, que contêm muito açúcar refinado. Prefira frutas, pois, além de terem menos frutose (que depois é transformada em glicose), são ricas em fibras, que tornam a absorção do açúcar mais lenta.

Consuma:

Alimentos ricos em ômega 3, como peixes de águas frias (salmão, atum, sardinha), e em sementes como nozes, lichia e linhaça. São três os tipos de ômega 3 – o DHA (ácido docosaexaenóico) e o EPA (ácido eicosapentaenóico) são de origem animal, presente em peixes. Já o ALA (ácido alfalinolênico), de origem vegetal, é encontrado nas sementes.

Equilíbrio

A glicose é o único combustível do cérebro – devido à barreira hematoencefálica, que permite apenas a passagem desse monossacarídeo. Nesse caso, todo o carboidrato que ingerimos precisa se transformar em glicose antes de chegar ao cérebro.


Ausência ou deficiência: sem glicose, o cérebro simplesmente morre. Caso haja deficiência, a pessoa pode perder a consciência, entrar em coma, ter tremores, alucinações, estresse e fome.


Excesso: provoca secreção exagerada do neurotransmissor glutamato, que provoca estresse oxidativo dos neurônios, dificultando as sinapses e até mesmo matando as células.

Fonte: Hudson Famelli, Eda Scur e Renato Puppi Munhoz.

O estudo, feito com camundongos, mostrou a relação entre a ingestão de alta dose de açúcar e o comprometimento das sinapses, ligações entre as células cerebrais que possibilitam o raciocínio. Os animais, divididos em dois grupos, foram alimentados durante seis semanas com xarope de milho com alta concentração de frutose (seis vezes mais doce do que a cana-de-açúcar) e apenas um dos grupos recebeu ômega 3.

Os resultados mostram que a glicose (a frutose transforma-se em glicose no fígado, antes de cair na corrente sanguínea e chegar ao cérebro), embora seja um combustível essencial para o cérebro, pode gerar um efeito deletério quando presente em excesso nas células. Após as seis semanas, os pesquisadores puseram os ratos em um labirinto para que realizassem uma atividade que haviam aprendido antes de ingerirem frutose em excesso: encontrar a saída.

Os animais alimentados apenas com açúcar não conseguiram. Mostraram-se desorientados, sem coordenação e não acharam a saída. Já os que ingeriram DHA, um tipo de ácido graxo do ômega 3, também apresentaram dificuldades em realizar a tarefa, mas acabaram encontrando a única saída existente, embora tenham demorado mais do que a primeira vez.


Radicais livres


Tal “apagão” começa a ser desvendado pela ciência e o que já se sabe é que, se a glicose é importante para manter o motor do cérebro funcionando, uma overdose da substância não fará com que tenhamos um supercérebro. Pelo contrário: ela pode estimular a secreção acelerada do neurotransmissor glutamato, que aumenta o estresse oxidativo cerebral, gerando radicais livres que “atacam” os neurônios.

“Esses radicais livres causam pequenos danos funcionais no cérebro e até microlesões estruturais, o que faz com que o raciocínio e o funcionamento cerebral de modo geral fiquem comprometidos”, explica o chefe do Setor de Neurologia do Hospital Cajuru e professor de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Renato Puppi Munhoz.

O médico afirma que o metabolismo desacelera e até mesmo o oxigênio – outro combustível importante para manter as células vivas e em amplo funcionamento – fica com seu suplemento comprometido, já que a glicose interfere negativamente na vascularização e impede que o órgão seja plenamente irrigado. “Isso é notado em pessoas que têm diabete, por exemplo”, diz Munhoz.


Ômega 3 “compensa” malefícios


A pesquisa feita na Uni­versidade da Califórnia é uma comprovação de que a glicose em excesso pode fazer mal, algo que já é observado em pacientes com diabete ou aqueles que, mesmo sem ter a doença, têm o índice glicêmico elevado – acima de 270 dl/mg, o nível já é considerado alto. Além disso, o estudo também mostra que o ômega 3, conhecido por promover o rejuvenescimento celular, realmente faz bem à saúde.

“Há uma hipótese de que o ômega 3 ajude na reconstituição das membranas celulares. Isso porque ele é uma espécie de lipídio [gordura], e uma parte da membrana externa é feita de lipídio”, explica o neurologista do Hospital Vita Hudson Famelli. Ou seja, o ômega 3 presente em peixes de águas frias, como o salmão e a sardinha, é o principal fornecedor do material que forma as membranas, por onde a corrente elétrica do cérebro se propaga.

Mesmo quem ingere alimentos que contenham gran­de concentração desse tipo de ácido graxo, no entanto, não está liberado para exagerar naqueles ricos em glicose, como os que possuem açúcar refinado, pois a ingestão de um não compensa a do outro. A longo prazo, o hábito pode levar à obesidade, que também contribui para a “lentidão” cerebral. “O tecido adiposo libera adipocitocinas, substâncias inflamatórias que também são capazes de gerar os mesmos radicais livres e promover o envelhecimento e a morte das células”, explica a nutricionista Eda Scur

Fonte: GAZETA DO POVO

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Osteoporose: incidência deve subir 32% até 2050

 Osteoporose: incidência deve subir 32% até 2050




 

Dado é de relatório da fundação mundial de osteoporose para a América Latina

 

Um relatório divulgado ontem pela IOF (International Osteoporosis Foundation) sobre a osteoporose na América Latina prevê que a incidência de fraturas de quadril no Brasil crescerá 32% até 2050.

O dado leva em conta o aumento da expectativa de vida da população. Em geral, a osteoporose, que causa o enfraquecimento dos ossos, atinge os idosos - especialmente mulheres pós-menopausa.

Hoje, estima-se que ocorram mais de 121 mil fraturas do tipo por ano no país. Segundo o texto, a doença já atinge uma em cada três mulheres com mais de 50 anos.

As projeções servem como um aviso para as autoridades de saúde do País, já que as fraturas de quadril são uma grande causa de debilidade e morte precoce em idosos.

Para Ben Hur Albergaria, presidente da comissão nacional de osteoporose da Febrasgo (Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia), o relatório mostra que a doença é um problema de saúde pública e demanda mais atenção.

"É preciso mudar o conceito de que a osteoporose é uma doença natural do idoso. Ela pode e deve ser prevenida", diz Bruno Muzzi, presidente da Associação Brasileira da Avaliação da Saúde Óssea e Osteometabolismo.

 

A osteoporose é uma doença que atinge os ossos. Caracteriza-se quando a quantidade de massa óssea diminui substancialmente e desenvolve ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos a fraturas. Faz parte do processo normal de envelhecimento, e é mais comum em mulheres do que em homens.

 

O organismo está constantemente fazendo e desfazendo ossos. Esse processo depende de vários fatores como genética, boa nutrição, manutenção de bons níveis de hormônios e prática regular de exercício; os hábitos e costumes exercem grande influência.

 

Além disso para se ter uma boa formação de massa óssea é necessário avaliar os sinais e sintomas de deficiência, não somente de cálcio, mas também de outros nutrientes vitais para a saúde óssea, como, por exemplo, vitamina D, magnésio, zinco, cobre, vitamina K e boro. Ao contrário do que muitos profissionais de saúde pensam, estudos demonstram que a suplementação isolada de cálcio não é efetiva no tratamento da osteoporose, sendo necessária a presença de outros minerais para a efetiva fixação do cálcio nos ossos, além disso atualmente as pessoas ingerem muitos produtos industrializados, que por sinal são riquíssimos em sódio, mineral que em excesso é responsável por uma boa parte da perda de cálcio no nosso organismo .

 

Por isso vamos cuidar de nosso equilíbrio nutricional – funcional!

Amanda Nogarolli

Fontes: Folha de S.Paulo e Livro de Nutrição Clínica Funcional  

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Receita de Guacamole


Ingredientes

2 Abacates médios maduros
2 Tomates pequenos sem pele e sem semente (opcional)
1 Dente de alho
1 Cebola média
2 Colheres de sopa de óleo de oliva
1 Limão
Pimenta sem semente a gosto (pode ser malagueta, dedo de moça, de cheiro ou calabresa)
Ervas Finas a gosto (orégano, manjericão, salsa. Podem ser desidratadas)
Sal

Modo de Preparo

Abra os abacates ao meio, tire o caroço;
Remova toda a polpa, em seguida corte-a em pedaços e coloque-as dentro de um pilão ou um recipiente parecido;
Corte os tomates (sem pele e sem sementes), a cebola, o dente de alho e a pimenta em pedaços bem pequenos (devem ser bem picados);
Junte ao abacate e amasse até formar uma pasta (quanto mais homogêneo melhor)
Tempere com limão, azeite de oliva, sal e as ervas finas.

Fonte: BLOG VP Consultoria


Faz mal comer chocolate ?







Meus pacientes sempre estão me perguntando sobre os reais benefícios do chocolate, por isso hoje resolvi escrever sobre o chocolate:

O chocolate é fabricado a partir do cacaueiro (Theobroma cacao L), uma planta nativa das florestas quentes e úmidas das terras baixas do México, da América Central e das bacias dos rios Amazonas e Orinoco. O nome científico da planta é de origem grega: Theo = Deus e broma = alimento. O nome cacau é de origem asteca: cacahuatl.

O chocolate tal como é consumido hoje é resultado de sucessivos aprimoramentos realizados desde o início da colonização da América. O produto era consumido pelos nativos na forma de uma bebida quente e amarga, de uso exclusivo da nobreza. Os europeus passaram a adoçar e a misturar especiarias para adequá-lo ao seu gosto, o que por sinal veio a reduzir seu teor nutricional. Com o desenvolvimento dos processos industriais e técnicas culinárias, surgiu o chocolate com leite e depois na forma de um sólido.

Tipos de chocolates:

Quando apresentado na forma sólida possui algumas versões que diferenciam-se em função do acréscimo em partes diferentes de seus componentes individuais.

Chocolate amargo: Feito com os grãos de cacau torrados sem adição de leite. É também chamado de "chocolate puro", pois além do cacau leva apenas açúcar.[31] Neste caso existem as variações extra amargo (75 a 85% de cacau), amargo (50 a 75%) e meio amargo (35 a 50%).Caracteriza-se pela cor escura e paladar amargo. A melhor opção com certeza!!

Chocolate ao leite (no Brasil) ou chocolate de leite (em Portugal): leva na sua confecção leite em pó ou leite condensado.

Chocolate branco: feito com manteiga de cacau, leite, açúcar e lecitina, podendo ser acrescentados aromas como o de baunilha. Cuidado, rico em gordura saturada prejudicial à saúde!

Diet: composto por massa e manteiga de cacau, leite em pó, sorbitol e sacarina (usados em substituição do açúcar) e vanilina. Apesar de não ter açúcar em sua composição, eles são altamente calóricos. O chocolate dietético, em geral, é vendido em barras.

Vale lembrar que as sementes de cacau e seus derivados primários são ricos em polifenóis (fitoquímicos), em particular os flavonoides (catequinas e proantocianidinas), que podem ter efeito anti-hipertensivo, atuar na prevenção de doenças coronarianas, contribuir para a redução da peroxidação lipídica, aumentar a concentração de colesterol HDL e ter ação antioxidante, sempre lembrando que estas propriedades são encontradas no Chocolate Amargo , quanto maior o teor de cacau mais saudável e mais rico em antioxidantes ele será.
Seguem algumas opções mais saudáveis:


 








Converse com um profissional qualificado e tire suas dúvidas!


Amanda Lamb Nogarolli
Nutricionista Funcional CRN 8:4811



quarta-feira, 16 de maio de 2012

 

 

Beijinho sem glúten e sem lactose



 

Ingredientes

  • 400 ml de bebida à base de soja sabor natural
  • 1 xícara (chá) de açúcar demerara
  • 2½ xícara (chá) de coco ralado 
  • 1 colher (sopa) de maisena
  • Para decorar: coco em fita

Modo de Preparo

Disponha em uma panela a bebida de soja e o açúcar. Leve ao fogo até ferver. Abaixe o fogo e cozinhe, mexendo de vez em quando, por 30 minutos ou até levantar bolhas grossas. Junte, sem parar de mexer, 2 xícaras (chá) de coco e a maisena dissolvida em 2 colheres (sopa) de água. Continue a cozinhar, sem parar de mexer, por mais 20 minutos ou até soltar do fundo da panela e obter ponto para ser enrolado. Retire do fogo. Modele 16 bolinhas e empane no coco restante. Decore com coco em fita.