quarta-feira, 30 de maio de 2012

Osteoporose: incidência deve subir 32% até 2050

 Osteoporose: incidência deve subir 32% até 2050




 

Dado é de relatório da fundação mundial de osteoporose para a América Latina

 

Um relatório divulgado ontem pela IOF (International Osteoporosis Foundation) sobre a osteoporose na América Latina prevê que a incidência de fraturas de quadril no Brasil crescerá 32% até 2050.

O dado leva em conta o aumento da expectativa de vida da população. Em geral, a osteoporose, que causa o enfraquecimento dos ossos, atinge os idosos - especialmente mulheres pós-menopausa.

Hoje, estima-se que ocorram mais de 121 mil fraturas do tipo por ano no país. Segundo o texto, a doença já atinge uma em cada três mulheres com mais de 50 anos.

As projeções servem como um aviso para as autoridades de saúde do País, já que as fraturas de quadril são uma grande causa de debilidade e morte precoce em idosos.

Para Ben Hur Albergaria, presidente da comissão nacional de osteoporose da Febrasgo (Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia), o relatório mostra que a doença é um problema de saúde pública e demanda mais atenção.

"É preciso mudar o conceito de que a osteoporose é uma doença natural do idoso. Ela pode e deve ser prevenida", diz Bruno Muzzi, presidente da Associação Brasileira da Avaliação da Saúde Óssea e Osteometabolismo.

 

A osteoporose é uma doença que atinge os ossos. Caracteriza-se quando a quantidade de massa óssea diminui substancialmente e desenvolve ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos a fraturas. Faz parte do processo normal de envelhecimento, e é mais comum em mulheres do que em homens.

 

O organismo está constantemente fazendo e desfazendo ossos. Esse processo depende de vários fatores como genética, boa nutrição, manutenção de bons níveis de hormônios e prática regular de exercício; os hábitos e costumes exercem grande influência.

 

Além disso para se ter uma boa formação de massa óssea é necessário avaliar os sinais e sintomas de deficiência, não somente de cálcio, mas também de outros nutrientes vitais para a saúde óssea, como, por exemplo, vitamina D, magnésio, zinco, cobre, vitamina K e boro. Ao contrário do que muitos profissionais de saúde pensam, estudos demonstram que a suplementação isolada de cálcio não é efetiva no tratamento da osteoporose, sendo necessária a presença de outros minerais para a efetiva fixação do cálcio nos ossos, além disso atualmente as pessoas ingerem muitos produtos industrializados, que por sinal são riquíssimos em sódio, mineral que em excesso é responsável por uma boa parte da perda de cálcio no nosso organismo .

 

Por isso vamos cuidar de nosso equilíbrio nutricional – funcional!

Amanda Nogarolli

Fontes: Folha de S.Paulo e Livro de Nutrição Clínica Funcional  

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Receita de Guacamole


Ingredientes

2 Abacates médios maduros
2 Tomates pequenos sem pele e sem semente (opcional)
1 Dente de alho
1 Cebola média
2 Colheres de sopa de óleo de oliva
1 Limão
Pimenta sem semente a gosto (pode ser malagueta, dedo de moça, de cheiro ou calabresa)
Ervas Finas a gosto (orégano, manjericão, salsa. Podem ser desidratadas)
Sal

Modo de Preparo

Abra os abacates ao meio, tire o caroço;
Remova toda a polpa, em seguida corte-a em pedaços e coloque-as dentro de um pilão ou um recipiente parecido;
Corte os tomates (sem pele e sem sementes), a cebola, o dente de alho e a pimenta em pedaços bem pequenos (devem ser bem picados);
Junte ao abacate e amasse até formar uma pasta (quanto mais homogêneo melhor)
Tempere com limão, azeite de oliva, sal e as ervas finas.

Fonte: BLOG VP Consultoria


Faz mal comer chocolate ?







Meus pacientes sempre estão me perguntando sobre os reais benefícios do chocolate, por isso hoje resolvi escrever sobre o chocolate:

O chocolate é fabricado a partir do cacaueiro (Theobroma cacao L), uma planta nativa das florestas quentes e úmidas das terras baixas do México, da América Central e das bacias dos rios Amazonas e Orinoco. O nome científico da planta é de origem grega: Theo = Deus e broma = alimento. O nome cacau é de origem asteca: cacahuatl.

O chocolate tal como é consumido hoje é resultado de sucessivos aprimoramentos realizados desde o início da colonização da América. O produto era consumido pelos nativos na forma de uma bebida quente e amarga, de uso exclusivo da nobreza. Os europeus passaram a adoçar e a misturar especiarias para adequá-lo ao seu gosto, o que por sinal veio a reduzir seu teor nutricional. Com o desenvolvimento dos processos industriais e técnicas culinárias, surgiu o chocolate com leite e depois na forma de um sólido.

Tipos de chocolates:

Quando apresentado na forma sólida possui algumas versões que diferenciam-se em função do acréscimo em partes diferentes de seus componentes individuais.

Chocolate amargo: Feito com os grãos de cacau torrados sem adição de leite. É também chamado de "chocolate puro", pois além do cacau leva apenas açúcar.[31] Neste caso existem as variações extra amargo (75 a 85% de cacau), amargo (50 a 75%) e meio amargo (35 a 50%).Caracteriza-se pela cor escura e paladar amargo. A melhor opção com certeza!!

Chocolate ao leite (no Brasil) ou chocolate de leite (em Portugal): leva na sua confecção leite em pó ou leite condensado.

Chocolate branco: feito com manteiga de cacau, leite, açúcar e lecitina, podendo ser acrescentados aromas como o de baunilha. Cuidado, rico em gordura saturada prejudicial à saúde!

Diet: composto por massa e manteiga de cacau, leite em pó, sorbitol e sacarina (usados em substituição do açúcar) e vanilina. Apesar de não ter açúcar em sua composição, eles são altamente calóricos. O chocolate dietético, em geral, é vendido em barras.

Vale lembrar que as sementes de cacau e seus derivados primários são ricos em polifenóis (fitoquímicos), em particular os flavonoides (catequinas e proantocianidinas), que podem ter efeito anti-hipertensivo, atuar na prevenção de doenças coronarianas, contribuir para a redução da peroxidação lipídica, aumentar a concentração de colesterol HDL e ter ação antioxidante, sempre lembrando que estas propriedades são encontradas no Chocolate Amargo , quanto maior o teor de cacau mais saudável e mais rico em antioxidantes ele será.
Seguem algumas opções mais saudáveis:


 








Converse com um profissional qualificado e tire suas dúvidas!


Amanda Lamb Nogarolli
Nutricionista Funcional CRN 8:4811



quarta-feira, 16 de maio de 2012

 

 

Beijinho sem glúten e sem lactose



 

Ingredientes

  • 400 ml de bebida à base de soja sabor natural
  • 1 xícara (chá) de açúcar demerara
  • 2½ xícara (chá) de coco ralado 
  • 1 colher (sopa) de maisena
  • Para decorar: coco em fita

Modo de Preparo

Disponha em uma panela a bebida de soja e o açúcar. Leve ao fogo até ferver. Abaixe o fogo e cozinhe, mexendo de vez em quando, por 30 minutos ou até levantar bolhas grossas. Junte, sem parar de mexer, 2 xícaras (chá) de coco e a maisena dissolvida em 2 colheres (sopa) de água. Continue a cozinhar, sem parar de mexer, por mais 20 minutos ou até soltar do fundo da panela e obter ponto para ser enrolado. Retire do fogo. Modele 16 bolinhas e empane no coco restante. Decore com coco em fita. 

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Leite de vaca é saudável ?




Tomar leite é saudável?

Sim, o leite é o "alimento perfeito" da mãe natureza... para um bezerro, que nasce com 35 kg, de uma mãe com 200 kg, até que seja desmamado




A Osteoporose e os Suplementos do Cálcio

Uma das poucas áreas da nutrição na qual a sociedade deu especial importância e cuidado inclui o cálcio.

Talvez como parte do saudável instinto materno, presente na alimentação dos filhos.

Cuida-se das crianças em crescimento como também das mulheres que sofrem de osteoporose.

Lamentavelmente, existe um enorme mal-entendido sobre as propriedades do leite aliada à ignorância popular, fazendo com que sejam ocasionados mais problemas que soluções.

O mito formado ao redor do cálcio é tão incrível que, ante o temor da falta deste importante mineral, recorremos aos suplementos que são vendidos normalmente em farmácias, ou ao consumo do leite de vaca.

Os adultos pagam altos preços pelos comprimidos e as crianças, são constantemente forçadas a beber vários copos de leite por dia; em ambos os casos,
isto só piora a saúde.

Por outro lado, as estatísticas nos dizem que, em média 68% da população necessita de cálcio na sua dieta.

E mais, que o índice de perda da massa óssea na mulher moderna é muito mais elevado que o de nossos ancestrais, mesmo que alguns tratamentos ainda não estivessem disponíveis, como administração de comprimidos de cálcio ou terapia de restituição hormonal (TRH).

A vasta maioria dos suplementos de cálcio, facilmente encontrados em farmácias, ou contêm baixo teor de carbonato de cálcio em sua fórmula, ou o consumidor deverá dar-se ao trabalho de ler o que dizem as pequeninas letras nas especificações da fórmula.

Deve-se saber que o carbonato de cálcio é o nome técnico com o qual se denomina o giz.


Portanto, é uma fonte mineral e inorgânica e não está presente nos animais ou plantas.

Inconvenientemente, o giz é mal absorvido pelo organismo, favorece o risco de formação de cálculos renais, calcificações nas mamas, podendo depositar-se nas articulações, causando artrite.

Sua eficiência como suplemento foi seriamente questionada, por ser pouco absorvido.
E até existem estudos que mostram aumento da perda do cálcio na urina de mulheres, associado aos níveis de acidez estomacal.
Assim mesmo, a maioria dos suplementos de giz não é devidamente refinada e pode conter níveis tóxicos de chumbo.

À exceção dos efeitos adversos mencionados - como a dificuldade de absorção do giz pelo organismo - podemos citar que existem demonstrações de que 500 mg. de citrato de cálcio por exemplo, é muito melhor absorvido que 2.000 mg. de carbonato de cálcio.

Algumas apresentações de suplementos de cálcio:

- Gluconato e lactato de cálcio - Pode conter níveis "permissíveis" de chumbo.

- Cloridrato de cálcio - não recomendado, por ocasionar irritação no trato digestivo e ser contra-indicado nos casos de insuficiência renal.

- Citrato de cálcio - é a apresentação mais disponível, inibe a formação de cálculos renais e produz baixa na pressão arterial. Como suplemento seria o único recomendável.

Por outro lado, voltando ao tema anterior, o leite, podemos dizer que o culto à este alimento, é um mito muito difundido e difícil de apagar da mente coletiva.
Talvez nossa lactância instintiva, tenha sido um legado de amamentação condicionada na psique, estendendo-se além do necessário.

Tanto se nos lavou o cérebro com a "importância" do leite, que é possível que levemos algum tempo até que a população tenha uma perspectiva mais equilibrada e objetiva sobre este tema.

Torna-se muito importante incluirmos na dieta, adequados níveis de cálcio, porém o tema é mais complexo do que parece ser.
O que coloca o cálcio nos ossos e o quê o retira?


Podemos estar consumindo suficientes quantidades deste mineral, mas não necessariamente estamos absorvendo-o.

Existem pessoas que continuamente estão em processo de descalcificação, mesmo após consumirem suficientes doses de cálcio na dieta.

Na China, por exemplo, consome-se em média, 500 mg. de cálcio diariamente, enquanto que os EUA consomem 1.200 mg.

Curiosamente, a China não é um país cujos habitantes normalmente padeçam de osteoporose, e, paradoxalmente, os EUA é líder entre os países que sofrem com a doença, ao lado da Finlândia e Dinamarca.

Isto nos leva ao fator acidez, bem como à acidose no sangue.

A acidose do sangue é um mal muito difundido na sociedade moderna.

As pessoas com maus hábitos alimentares,
a maioria da população tem um excessivo nível de acidez no sangue devido à dieta rica em carnes animais, açúcares, farinhas refinadas, refrigerantes, produtos lácteos, álcool e o uso de cigarros.

Muitas destas pessoas consideram ter uma boa dieta e que seus sintomas se devem a outras causas, como o estresse.

Entretanto, na realidade sofrem com o que podemos chamar de uma acidificação crônica do sangue.


Sintomas de acidificação do sangue:

- Fadiga crônica
- Tendência à depressão
- Gengivas inflamadas e sensíveis
- Cáries e fragilidade dos dentes
- Alopecia e cabelo sem brilho
- Ardor e coceira no reto e vias urinárias
- Pele seca
- Unhas frágeis e manchadas
- Câimbras e espasmos musculares
- Facilidade para desenvolver infecções
- Ciática
- Problemas articulares
- Dificuldade para recuperar-se
- Halitose (mau-hálito) e sabor ruim na boca pelas manhãs


O equilíbrio ácido-alcalino, o pH do sangue e meio interno, está regulado pelo nosso próprio organismo, mas também se vê afetado pela dieta.
A acidose é responsável diretamente, ou fator agravante em numerosas condições debilitantes como: osteoporose, desordens nervosas e emocionais, cálculos renais, gota, artrite e baixa imunidade.

Ter sangue ácido significa efeitos corrosivos poderosos sobre os tecidos e ossos, e os expor a uma contínua desmineralização.
O alimento ácido é gerador de mucosidades e o excesso destes, cria oportunidades para o desenvolvimento de vírus e bactérias.
Podendo surgir, a partir de então, resfriados, sinusite e problemas intestinais.

O sangue deve ter um pH ligeiramente alcalino
(7,3 a 7,5).
Quando não se atinge este nível, nosso organismo o obtém dos ossos, unhas e outros tecidos essenciais.

Uma função primordial do cálcio é neutralizar e restabelecer o pH do corpo.
Quando se consome comida acidificante em excesso,
nossas reservas de cálcio existentes nos dentes e ossos são acionadas para corrigir este desequilíbrio.
As dietas ricas em ácidos (carnes e açúcares) fazem com que, continuamente, utilizemos nossas reservas de cálcio, como se mergulhássemos os ossos em vinagre e os expuséssemos a uma contínua corrosão e desmineralização.

Quando falamos em alimentos acidificantes, não devemos pensar em limões ou laranjas.

Acidificante, neste contexto,
refere-se ao efeito da comida no sangue, uma vez concluída a digestão.
Faz parte dos alimentos considerados alcalinos, ou seja, que combatem a acidose:
as frutas, as verduras e os cereais integrais.
Os alimentos acidificantes são:
o leite, queijo, carne,açucares e farinhas refinadas. Os produtos lácteos, com exceção da manteiga, são extremamente acidificantes.

Na realidade, quando os produtos cítricos passam pela corrente sanguínea causam um efeito alcalinizante; a melhor medicina para a acidose do sangue é a cura através do limão, ou citroterapia.


A citroterapia consiste em beber o suco do limão em jejum.

Assim, inumeráveis produtos já não se conseguem em estado natural: se fervem, cozinham, processam, extraem, saborizam e preservam os alimentos até a morte; se tira todas as vitaminas, minerais, enzimas e ácidos graxos essenciais. Depois, por separado, nos vendem suplementos e vitaminas em milhares de produtos e preços. 

Uma razão, independente da cafeína, por a que bilhões de pessoas tomam café na manhã, incluindo a aquelas que são totalmente inoperantes antes de ter tomado seu imprescindível café, é porque faz um imediato efeito alcalinizante sobre a sangue, e nos da o antídoto para a acidose.

Mas estamos falando do café natural acabado de fazer, não o café instantâneo.


A conexão entre o excessivo consumo de proteína e perda do cálcio é conhecido pela ciência há mais de 50 anos; mas, pouco se faz por difundir esta informação.

Um estudo realizado com 1600 mulheres demonstrou que as que estavam com uma dieta vegetariana tinham só o
18% de perda de massa nos ossos, comparado com 35% de perda em aquelas que consumiam carne vermelha.

A carne vermelha, rica em fósforo, compete com o cálcio e bloqueia sua absorção.
Em resumo, a acidose da sangue é um importante promotor da desmineralização dos ossos e tecidos. 

Do livro: "A gran revolucion de las grasas"
Autor: Sacha Barrio Healey
Tradução: José Sayan


Nenhuma doença tem uma única causa e nem pode ser realmente curada até se descobrir todas as suas causas: o que a provoca, as diferenças de pessoa para pessoa. Ou seja, uma mesma causa pode gerar diversas doenças, que dependem de outras condições (atenuantes ou agravantes) que possam estar combinadas, bem como de cada pessoa em particular, inclusive de cada momento da mesma pessoa.

Isto é facilmente perceptível no caso das doenças causadas pelos laticínios. Muitas vezes é suficiente eliminar por completo o consumo de laticínios para que desapareçam em um curto prazo as doenças que relacionamos mais abaixo, o que é uma prova da co-relação e da causa e efeito. Isto pode ainda ser reconfirmado com o retorno do consumo de laticínios, que mesmo mínimo ou ocasional, a doença reaparece.

Mas, se não for suficiente a eliminação dos laticínios da dieta para acabar com a doença, deixando os laticínios, pelo menos, não estaremos jogando mais combustível na fogueira. O desafio então será procurar todas as outras causas que contribuem à doença e desenhar a melhor estratégia para eliminá-las e assim permitir que, em forma complementar, torne a operar plenamente a Força Natural da Saúde e auto-cura.


Se você acredita que os laticínios são insubstituíveis para a contribuição do cálcio, só responda a seguinte pergunta: de onde a vaca tira o cálcio existente no leite?

As fontes vegetais são melhores do que as fontes animais, também para seres humanos, incluindo o bebê, com exceção do leite da sua mãe.

Também não fique com temor da osteoporose pelo fato de deixar de consumir laticínios, pois no lugar de evitá-la, os laticínios são parte da causa desta doença.

As provas são irrefutáveis. O estudo Cornell, a maior investigação científica de nutrição da história, feita pela Universidade Cornell de Oxford, e pelo Ministério da Saúde da China, revelou que em áreas rurais da China, onde não se conhecem os laticínios, quase não há registros de casos de osteoporose. E que onde se concentra o maior consumo de leite no mundo (Suíça, França, Dinamarca, EUA, etc.) é exatamente onde existe maior número de casos de osteoporose.

Tem sido demonstrado que os laticínios tiram muito mais cálcio do que fornecem, e que o cálcio “assimilado” é depositado em locais inadequados: bicos de papagaio na artrite, calcificações nas juntas e mamas, pedras nos rins e cálculos biliares, etc

Vejamos as doenças que direta e indiretamente podem estar sendo causadas pelo consumo de leites e derivados de origem animal.

1. DOENÇAS RESPIRATÓRIAS
2. DOENÇAS DIGESTIVAS
3. DOENÇAS GENITOURINARIAS E MAMÁRIAS
4. DOENÇAS NEUROLÓGICAS, ALÉRGICAS E AUTO-IMUNE
5. DOENÇAS DA pele, cabelos, unhas E tecidos CELULARES SUBCUTÂNEO
6. DISLIPIDEMIAS E DOENÇAS CARDIOVASCULARES
7. DOENÇAS INFECIOSAS
8. DOENÇAS ENDÓCRINAS
9. CANCRO, tumores E doenças HEMATOLÓGICAS BENIGNOS
10. DOENÇAS OFTALMOLÓGICAS
11. DOENÇAS REUMÁTICAS OSTEOARTICULARES
12. OUTRAS doenças COMO AIDS sem HIV


Tipos dos mecanismos fisiopatológicos que geram estas doenças a partir do consumo de produtos lácteos:
  • * Reações alérgicas vinculadas com suas proteínas;
  • * Auto-imunidade e esgotamento imunológico relacionado com suas proteínas;
  • * Desenvolvimento de ambiente propício aos micróbios pelo excedente protéico (sementeira);
  • * Depósitos múltiplos, anômalos do excedente das proteínas, como bactérias e fungos (por exemplo por uso imprudente de antibióticos ante estas infecções). Também depósitos de cálcio em lugares múltiplos e anormais (pontas de papagaio, cálculos, calcificações mamárias,etc.);
  • * Gorduras saturadas e colesterol, por ação direta e indireta;
  • * Hidratos de carbono, como a conhecida intolerância à lactose;
  • * Outros componentes naturais: fator do crescimento epitelial responsável na geração da maioria dos cancros, toxicidade por excesso de vitamina D, fator X ou Xantino Oxidasa, mais importante que o colesterol e os triglicérides como fator causador de infartos e arteriosclerose;
  • * Vírus, bactérias, fungos ou parasitas presentes nos laticínios;
  • * Aditivos e conservantes nos laticínios e suas embalagens;
  • * Contaminantes naturais como por exemplo aflatoxinas;
  • * Contaminantes dos tratamentos feitos às vacas, como alimentos e rações (transgênicos ou pastos contaminados), antibióticos, hormônios, DDT, etc. e;
  • * Roubo de nutrientes (cálcio, outros minerais, vitaminas e proporção inadequada, cálcio/fósforo).
Texto traduzido e adaptado por Conceição Trucom do artigo em espanhol: Leite, queijo, outros laticínios, e as 100 doenças que causam - Por: Dr. Jorge Esteves

Publicado na revista Argentina Holisticamente - Ano 1, 1 ª edição (7/10/97), página 15 a 18




segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Couve






A couve pertence ao grupo das hortaliças e a mais comum é a couve-manteiga. Para usufruir de todos os seus benefícios são necessários alguns cuidados quando for compra-la, as folhas devem estar verde escuro e firmes, evite as murchas com manchas escuras ou amarelas, talos moles ou quebrados. A couve contém fibras que aumentam a nossa sensação de saciedade, por outro lado, são pobres e calorias, por isso, ela é muito utilizada em dietas para redução de peso.
Ela é rica em GLICOSINOLATOS que são fitoquímicos naturais com ação DESINTOXICANTE, ou seja, estimula o organismo a limpar o corpo de substâncias tóxicas. Além disso a  couve é rica em magnésio e cálcio na proporção ideal, para melhorarmos a densidade óssea não basta somente o cálcio, pois ele precisa do magnésio para formar a massa óssea, sem o magnésio o cálcio não exerce função dentro do osso.
Comece o dia com um cubo de couve! Você sabia que o magnésio da couve é fundamental para a formação e o bom funcionamento dos nossos neurotransmissores, os quais são responsáveis por manter nosso bom humor!

Amanda Lamb Nogarolli
Nutricionista CRN 8:4811

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Toxinas

Adeus às toxinas


O estilo de vida moderno, alimentos com agrotóxicos e outras impurezas são os principais responsáveis pela intoxicação de nosso organismo. Descubra o que uma dieta detoxificante é capaz de fazer para o bom funcionamento da mente e do corpo


fotos Danilo Tanaka

Festas são um bom pretexto para abusos, e a maioria das pessoas come e bebe mais do que o usual. Mas nem tudo está perdido. É possível recuperar o bom funcionamento do organismo e das energias perdidas por meio de uma dieta detoxificante - ou desintoxicante, como também é conhecida. Não, essa não é mais uma dieta milagrosa que fará desaparecer seus quilos extras em uma semana! E nem é um regime à base de sopas e líquidos que vai fazer você passar fome e ir ao banheiro de cinco em cinco minutos. Trata-se de uma estratégia que combina algumas regras e hábitos alimentares que ajudam a limpar o corpo de todos os males que as toxinas dos alimentos, e mesmo do ambiente externo - como a poluição -, fazem para nosso corpo. Além de ajudar a recuperar o bem-estar depois dos dias de farra, a adoção dessa dieta pode levar a uma alimentação diária mais saudável.

Ficar em jejum não desintoxica o organismo e ainda causa uma baixa no metabolismo

A intenção da dieta detox é otimizar o funcionamento do organismo e eliminar toxinas adquiridas através de uma alimentação desequilibrada (cheia de agrotóxicos e industrializados), poluição ambiental, cigarros, entre outros. "Ela deve suprir as necessidades básicas do indivíduo e estar adequada em relação aos nutrientes. Lembrar que ficar em jejum não desintoxica o organismo e ainda prejudica qualquer processo de emagrecimento", alerta a nutricionista clínica Santhi Kucera Karavias, membro da Associação Paulista de Nutrição (SP).

Cada pessoa, um caso

"Qualquer indivíduo que apresente os sintomas de excesso de toxinas, como fadiga, dores musculares, dor de cabeça, azia, infecções urinárias repetidas, constipação, gripes frequentes, tonturas, depressão etc., pode iniciar a dieta de detoxificação", afirma Santhi. A cautela, é consultar um nutricionista, para que não hajam perdas de nutrientes essenciais, pois não existe, na verdade, uma lista geral com o passo a passo da dieta. Cada pessoa terá regras e restrições muito específicas, e, por isso, é medida fundamental procurar um especialista em nutrição.
Normalmente são restringidos alguns alimentos com potencial alergênico elevado, como leite e laticínios, soja e glúten e também aqueles que contêm grandes quantidades de aditivos químicos, como industrializados e embutidos (frios, salsicha, linguiça, defumados e conservas). Dá-se preferência às frutas, legumes e verduras de origem orgânica - as de cultivo comum apresentam elevada quantidade de agrotóxicos. Também existe restrição de carne vermelha na maioria dos casos.
"Essa dieta funciona de maneira rotativa de todos esses alimentos, variando de acordo com cada paciente. A reintrodução dos alimentos excluídos, principalmente os alergênicos, deve ser feita com cautela e sob supervisão, pois o organismo fica extremamente sensível", orienta Andreia Naves, nutricionista, diretora da VP Consultoria Nutricional (SP).

fotos Danilo Tanaka

Os males das toxinas

Dietas desequilibradas, pobres em alimentos naturais e ricas em alimentos industrializados, bem como as gorduras, o açúcar, os agrotóxicos, os aditivos alimentares e metais pesados contribuem e muito para o aumento das toxinas no organismo.
Segundo a nutricionista Clarisse Zanette, mestre em Ciências Médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e especialista em Nutrição Clínica e Metabólica, o excesso das toxinas pode causar alterações na aparência da língua e mau hálito, cabelo e pele sem viço, dores de cabeça, cansaço, envelhecimento precoce, excesso de peso, metabolismo lento, irritabilidade e mudança de humor, problemas digestivos (constipação, síndrome do intestino irritável, gases, inchaço na barriga e má digestão) e vista cansada. "Quando há este excesso de toxinas no organismo, boa parte de nossa energia passa a ser usada na tentativa de eliminação dessas substâncias", explica.

Como funciona

Antes de receitar uma dieta detox, o nutricionista faz análises através de exames bioquímicos, sinais, sintomas e histórico do paciente, para identificar as reais necessidades da dieta. Após essa análise, o profissional fará todas as orientações do programa e determinará quais devem ser as restrições e, também o tempo de duração da dieta.
"O que as pessoas devem ter consciência é que, quando realizada sem orientação capacitada, o resultado são diversos prejuízos ao organismo", alerta Andreia. Pessoas que estão sob tratamento farmacológico, como quimioterapia, radioterapia e em uso de imunossupressores, não podem fazer esse tipo de dieta. Nesses casos, ela pode levar à diminuição do efeito da medicação, causando problemas na eficiência do tratamento.

Dietas pobres em alimentos naturais e ricas em alimentos industrializados contribuem para o aumento das toxinas no organismo

Segundo a nutricionista Clarisse Zanette, a detoxificação geralmente é feita por 30 dias consecutivos, evitando o consumo de álcool, cigarro, cafeína, alimentos gordurosos, trigo, glúten, açúcar e laticínios. "Os alimentos que possuem maior potencial de detoxificação são aqueles ricos em vitaminas, minerais e fibras, preferencialmente orgânicos, ou seja, aqueles sem agrotóxicos", explica a especialista.
Também podem ser incluídos no grupo dos alimentos com capacidade de detoxificação o azeite extravirgem, chá-verde, raízes, arroz integral, castanha-do-Brasil e leguminosas. Em alguns casos, para que a dieta obtenha os efeitos desejados, é necessário utilizar suplementos de vitaminas e minerais, mas sempre com orientação de um nutricionista ou médico.

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fotos Danilo Tanaka

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Suco Desintoxicante



RECEITA DE SUCO VERDE DESINTOXICANTE





Gotas de limão espremido
1 opção fruta (1 maçã ou 1 pêra ou 1 fatia grossa de abacaxi ou melão ou 1 polpa de uva congelada ou 2 colheres de sopa de abacate ou 2 colheres de sopa de amora, mirtilo, framboesa ou morango )
1 folha de couve ou 1 punhado de broto de alfafa
1 rodela fina de gengibre
1 colher de sopa de sementes de linhaça (marrom ou dourada)


Cobrir com água e bater no liquididificador
Se necessário, adoce com adoçante a base de stévia
Beber sem coar todo rendimento do suco.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011



NUTRIÇÃO E CANDIDIASE


 

 


A Revista Viva Saúde (edição extra de setembro de 2012) publicou uma matéria sobre a Candidíase, abordando as principais curiosidades sobre essa infecção fúngica, que é originada pelo fungo do gênero Cândida, sendo as orais e genitais mais conhecidas e fáceis de serem detectadas. Uma dieta adequada pode auxiliar na prevenção e redução dos sintomas dessa patologia.
As mulheres são as mais atingidas pela candidíase genital, chamada de candidíase vulvovaginal (CVV) que, atualmente, é um relevante problema na saúde da mulher. Estima-se que 75% das mulheres adultas apresentem um episódio em sua vida, sendo que 40 a 50% vivenciarão novos surtos e 5% apresentarão a candidíase recorrente, definida como a ocorrência de quatro ou mais episódios de CVV no período de um ano.
Seus sintomas caracterizam-se por ardor, prurido e corrimento branco e espesso, os quais se agravam em períodos pré-menstruais por diversos fatores, como aumento da acidez vaginal. Além da infecção vaginal, a cândida produz toxinas que podem trazer inúmeros sintomas fora do trato genito-urinário, como no sistema nervoso (fadiga anormal, dificuldade em se concentrar, depressão, alterações de humor), sistema digestivo (gases, distensão abdominal, diarreia alternada com constipação e múltiplas alergias alimentares), pele (psoríase, eczema, sudorese excessiva, acne e infecções nas unhas), sistema endócrino (hipo ou hipertireoidismo, principalmente os de origem autoimune) e no próprio trato genito-urinário, promovendo perda de libido.
A cândida, assim como outros fungos, é encontrada naturalmente em organismos saudáveis e que não produzem sinais de doença em condições fisiológicas normais. Antigamente, acreditava-se que o uso de tecidos sintéticos, calça apertada e uso prolongado de biquíni úmido eram as principais causas para o desenvolvimento da CVV. Hoje em dia, outras causas estão sendo levantadas e comprovadas.
O sistema imune, nível de pH e as bactérias benéficas nos protegem de maiores problemas pela exposição ao fungo. O organismo mantém o equilíbrio entre as bactérias probióticas, as patogênicas, comensais e os fungos. O desequilíbrio leva ao processo chamado de “disbiose”. Ao encontrar as condições apropriadas, os fungos multiplicam-se rapidamente, ocasionando a CVV sintomática. O uso de antibióticos, corticoides, anticoncepcionais orais, esteroides, como estrogênio, laxantes, antiácidos e a presença de xenobióticos na alimentação e no ambiente em que vivemos (metais tóxicos, agrotóxicos, ftalatos) geram o desequilíbrio da microbiota normal (disbiose), favorecendo o crescimento fúngico. A gravidez, o diabetes melittus, estresse, hipoglicemia e outras doenças metabólicas podem também estimular a proliferação da cândida. Não podemos deixar de citar outros fatores predisponentes que favorecem a proliferação de fungos: imunossupressão, pacientes transplantados, portadores de próteses (marcapasso, dentadura, cateteres) e portadores do vírus HIV.
Sabemos que, na maioria dos casos, a proliferação fúngica intestinal precede às demais, podendo desencadear sintomas que atingem, simultaneamente, diferentes partes do corpo. As escolhas alimentares e as condições ambientais são fatores que levam nosso organismo aos desequilíbrios. Uma dieta rica em carboidrato refinado (arroz e pão branco, biscoito, chocolate e bolos) e açúcar refinado, leite e derivados, bebida alcóolica (vinho e cerveja), produtos industrializados em geral e o alto consumo de frutose favorecem o crescimento fúngico. Esses alimentos, além de nutrir o fungo, modificam o pH intestinal, tornando o meio propício para a diminuição das bactérias probióticas.
No tratamento convencional, utiliza-se agentes imidazólicos e triazólicos (fluconazol, miconazol, clotrimazol) e agentes poliênicos (nistatina e algumas formulações contendo anfotericina B), não tratando a causa, mas apenas os sintomas. Os estudos estão cada vez mais mostrando o papel fundamental que a alimentação exerce na prevenção e tratamento da CVV. Diversos alimentos podem ser incluídos para conseguirmos o efeito antifúngico. Recomenda-se ingerir orégano, alho, cebola, diversidades de legumes e verduras, suco de cranberry, óleo de coco extravirgem e alimentos com efeitos prebióticos, como biomassa de banana-verde e batata-yacon. A exclusão dos alimentos na dieta, citados anteriormente e que favorecem o crescimento fúngico, torna-se essencial.
Estudos vêm mostrando também a atuação dos óleos essenciais, como o de orégano (Origanum virens), sobre espécies de cândida, devido ao seu alto teor de carvacrol (68,1%) e os seus precursores biogenéticos, γ-terpineno (9,9%) e p-cimeno (4,5%). Assim como óleo de cravo-da-índia (Caryophillus aromaticus L.), utilizado também para tratamento de candidíase vaginal. O alto teor de eugenol, representando mais de 80% de sua composição, garante sua ação antimicrobiana e antioxidante. Utiliza-se também o suplemento de óleo ou extrato de alho, além de poder consumi-lo na sua forma natural. A alicina é o elemento essencial no óleo de alho, responsável pelas propriedades terapêuticas antibacterianas, anti-inflamatórias e antifúngicas. Na suplementação alimentar são indicados os probióticos (bactérias benéficas) e prebióticos (frutooligossacarídeos – FOS), como coadjuvantes no tratamento da candidíase.
A alimentação pode auxiliar tanto no tratamento ou prevenção da candidíase, que aflige considerável parte da população feminina, como de outros distúrbios causados pelo estilo de vida adotado nos dias de hoje. Nos casos recorrentes, torna-se uma das principais aliadas e uma alternativa a alopatia.
Fonte: VP Consultoria
 
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